PAT 2011 - Monitoramento/ Zoneamento
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Plano de Ação: 02.10.00.010.00.00  
Descrição: LIMA, M. A. de;  ALVES, B. J. R.;  CARVALHO, E. C. de   Inventário de emissão de metano pela pecuária (fermentação entérica e sistemas de manejo de dejetos animais) do Estado de São Paulo, 1990 a 2008.  
Fonte: São Paulo: CETESB, 2011. 52 p. 1o. Relatório de Referência do Estado de São Paulo de Emissões e Remoções Antrópicas de Gases de Efeito Estufa, período de 1990 a 2008. (Monitoramento/Zoneamento, ID Ainfo 10948).     
Parceria: Embrapa Agrobiologia (CNPAB),  IAC - Instituto Agronômico,   
Observaçao: Descrição: Foi produzido um relatório onde são apresentadas as estimativas de emissões de metano provenientes da pecuária no Estado de São Paulo, para o período de 1990 a 2008. A pecuária contribui com emissões de metano por meio da fermentação entérica e do manejo de dejetos animais. A produção de metano é parte do processo digestivo normal dos herbívoros ruminantes e ocorre em parte do seu estômago compartimentado (rúmen e retículo). A fermentação do material vegetal ingerido no rúmen é um processo anaeróbio efetuado pela população microbiana ruminal, em que os carboidratos celulósicos são convertidos em ácidos graxos de cadeia curta (ácido acético, ácido propiônico e butírico, principalmente) os quais são utilizados pelo animal como fonte de energia. Bactérias metanogênicas, presentes no rúmen, obtêm energia para seu crescimento utilizando H2 para reduzir CO2 e formar metano (CH4), o qual é eructado ou exalado para a atmosfera (BRASIL. MCT, 2006). No caso de herbívoros não ruminantes (cavalos, mulas e asnos), o metano também é produzido durante a decomposição digestiva dos compostos ingeridos no ceco, mas a ausência de rúmen nestas espécies previne a geração de altas quantidades desse gás como ocorre nos ruminantes. A contribuição de animais monogástricos às emissões globais de metano é considerada negligenciável, representando apenas cerca de 5% das emissões totais de metano por animais domésticos e silvestres (JENSEN, 1996) (BRASIL. MCT, 2010). Quando o material orgânico dos dejetos animais é decomposto sob condições anaeróbias, quantidades consideráveis de metano podem ser produzidas por meio da ação das metanogênicas. Essas condições são favorecidas quando os dejetos são estocados na forma líquida (em lagoas, charcos e tanques). As estimativas globais de emissão de metano proveniente de resíduos animais apontam para 25 Tg, aproximadamente (IPCC, 1995), variando entre 20 a 40 Tg. Devido às características de pecuária conduzida a pasto no Estado de São Paulo, as lagoas de tratamento anaeróbio constituem uma fração pequena em termos de sistema de manejo de dejetos animais. Os resíduos animais depositados na pastagem secam e decompõem-se no campo, de modo que são esperadas quantidades mínimas de emissão de CH4 a partir dessa fonte. (ID: 14833)
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Plano de Ação: 02.10.00.010.00.00  
Descrição: LIMA, M. A. de;  LIGO, M. A. V.;  PESSOA, M. C. P. Y.;  LUIZ, A. J. B.;  NEVES, M. C.;  MAIA, A. de H. N.   Monitoramento das emissões de metano pelo cultivo do arroz, de 1990 a 2005, no Brasil, nas cinco regiões e nos estados.  
Fonte: Brasília, DF: Ministério da Ciência e Tecnologia, 2010. 59 p. Segundo inventário brasileiro de emissões antrópicas de gases de efeito estufa. Relatórios de referência. (Monitoramento/Zoneamento, ID Ainfo 10950).     
Parceria:  
Observaçao: Descrição: Foi produzido um relatório com as estimativas de emissões de metano (CH4) proveniente do cultivo de arroz no Brasil, para o período de 1990–2005. O trabalho foi elaborado com base nas Diretrizes Revisadas de 1996 do IPCC para Inventários Nacionais de Gases de Efeito Estufa, Guidelines 1996. Para cada ano e para cada estado do país, foram levantadas as variáveis: 1) área plantada com arroz em regime de inundação contínua; 2) emissão de CH4 em área plantada com arroz em regime de inundação contínua; 3) área plantada com arroz em regime de inundação intermitente; 4) emissão de CH4 em área plantada com arroz em regime de inundação intermitente; 5) área plantada com arroz em regime de várzea úmida; 6) emissão de CH4 em área plantada com arroz em regime de várzea úmida; 7) emissão total de CH4 em áreas plantadas com arroz nos regimes de inundação contínua, de inundação intermitente e de várzea úmida. (ID: 14834)
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Plano de Ação: 02.10.00.010.00.00  
Descrição: LIMA, M. A. de;  PESSOA, M. C. P. Y.;  NEVES, M. C.;  CARVALHO, E. C. de   Emissões de metano por fermentação entérica e manejo de dejetos de animais.  
Fonte: Brasília, DF: Ministério da Ciência e Tecnologia, 2010. 120 p. Segundo inventário brasileiro de emissões antrópicas de gases de efeito estufa relatórios de referência. (Monitoramento/Zoneamento, ID Ainfo 10949).     
Parceria: CNPq - Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico,   
Observaçao: Descrição: Neste relatório são apresentadas as estimativas de emissões de metano proveniente da fermentação entérica e do manejo de dejetos da pecuária no Brasil, para o período de 1990 a 2006. A pecuária, em particular os herbívoros ruminantes, constitui uma fonte importante de emissões de metano em uma escala global, contribuindo globalmente com 80 Teragramas de metano por ano para a atmosfera, equivalendo a 22% das fontes antrópicas de metano. Em menor proporção, as emissões de metano provenientes de dejetos animais são estimadas em 25 Tg/ano (U.S.EPA, 2000). A concentração atmosférica global média de metano é 1780 ppbv, mais do que o dobro de seu valor no período pré-industrial (800 ppbv) segundo Dlugokencky (2001) citado em Mosier et al. (2004). As categorias de animais considerados pela metodologia do IPCC (1996) incluem: animais ruminantes (gado de leite, gado de corte, búfalos, ovelhas e cabras) e animais não-ruminantes (cavalos, mulas, asnos e suínos). A categoria de aves é incluída apenas na estimativa das emissões pelo manejo de dejetos animais. As emissões de metano a partir de dejetos animais estão associadas a dejetos de animais confinados manejados em condições anaeróbias. (ID: 14835)
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Plano de Ação: 03.07.09.025.00.02  
Descrição: MIURA, A. K. ;  FORMAGGIO, A. R.;  SHIMABUKURO, Y. E.;  LUIZ, A. J. B.;  ANJOS, S. D. dos   Método para determinar o potencial das áreas disponíveis ao cultivo de biomassa para produção de energia.  
Fonte: Potencial das áreas disponíveis ao cultivo de biomassa para produção de energia, nas Microrregiões Sulriograndenses de Cerro Largo, Santa Rosa e Santo Ângelo. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE SENSORIAMENTO REMOTO, 15., 2011, Curitiba. Anais... São José dos Campos: INPE, 2011. (Artigo em Anais de Congresso, ID Ainfo 10626).     
Parceria: Embrapa Clima Temperado (CPACT),  INPE - Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais,   
Observaçao: Descrição: É apresentado um conjunto das contribuições das geotecnologias, em especial os sistemas de informação geográfica - SIG, para os processos de identificação e quantificação das áreas de potencial à agroenergia disponíveis, de forma objetiva e semi-automática, que poderia ser empregado, no contexto bioenergético brasileiro, como importante subsídio à tomada de decisão por parte de gestores territoriais, agrários e energéticos. Foi realizado um levantamento das informações carto-temáticas disponíveis para a área de estudo, tais como: limites municipais, áreas urbanas, hidrografia, malha viária, zoneamento agrícola, solos, aptidão agrícola, vegetação, unidades ambientais, relevo e geologia). Além disso, também foram utilizados dados provenientes de censos demográficos e agropecuários, indicadores socioeconômicos e dados orbitais. Os planos de informação derivados das bases carto-temáticas da região de estudo foram materializados no SIG ArcGis 9.1, em especial aqueles relativos às classes de solos, relevo e zoneamentos agrícolas. Os dados orbitais altimétricos provenientes do SRTM Rev. 4 (Shuttle Radar Topography Mission, Revision 4) foram pré-processados no software ENVI 4.3, em seguida foram analisados com as extensões Spatial Analyst a fim de se derivar a hipsometria e a declividade. Todas as informações foram levadas para um mesmo referencial cartográfico, sendo a escala de trabalho de 1:250.000 (semi-detalhe), no datum SIRGAS 2000, e pelo sistema de projeção Conforme Cônica de Lambert, por se tratar de região de latitude superior a 25°S e estar em área de transição entre fusos UTM. (ID: 14775)
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