PAT 2018 - Capítulo em Livro Técnico-Científico
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Plano de Ação: .....  
Descrição: CANUTO. J. C.   Mudança institucional para a pesquisa com enfoque agroecológico.  In: CHAVES, M. P. S. R.; COELHO, M. P. S. L. V. (Org.). Inovação socioacadêmica na Amazônia. Manaus: EDUA, 2016.   p. 96-111.   
Parceria/partes:  
Conteúdo: Nos anos 1970, quando ficou mais claramente pautada na agenda intelectual a questão ambiental implicada no conceito de desenvolvimento, a partir da \\\"descoberta” dos chamados limites naturais, foi desencadeada toda a discussão sobre o desenvolvimento sustentável (Daly, 1991: Daly, 1994). Nesse período houve uma ecologização geral dos discursos (Canuto, 1998) que perpassa os mais diferentes atores sociais. Em consequência, o conceito de desenvolvimento sustentável guarda uma grande ambiguidade e é pouco operacional. Além disso, sofre um processo de banalização crescente. A rigor, não existe um, mais diversos conceitos de desenvolvimento sustentável, os quais estão em disputa na arena política, buscando legitimação para impor-se aos demais. Dentro da constelação de atores, os movimentos sociais percebem a existência de uma questão socioecológico, uma relação íntima entre os impactos sociais e os ambientais do modelo de crescimento econômico \\\"ilimitado\\\". Isto se consubstancia em práticas de ecologismo popular, que unem as demandas clássicas da questão social às da questão ecológica emergente (Martinez Alier, 1995). A agricultura familiar com enfoque agroecológico é, sem dúvida, uma das formas de expressão daquele ecologismo popular. Para firmar-se, transitando da generalidade para a operacionalidade, depende de um aporte científico importante, que proporcione bases técnicas concretas e permita viabilizar os sistemas produtivos, tanto para a reprodução social das famílias como para a preservação dos recursos naturais. Acrescente-se que a agroecologia deve, e demonstra em suas múltiplas experiências práticas, a capacidade de suprir a alimentação mundial em crescimento (Badgley et al., 2007). 
Observaçao: ISBN: 978-85-7401-656-6. Exemplar impresso do livro doado à Biblioteca pelo autor.
Pendência: código de Plano de Ação. (ID_PAT: 21450)
2
Plano de Ação: .....  
Descrição: AVILA, P. C. ;  JUNQUEIRA, A. da C.;  CANUTO. J. C.   Construção de um plano de monitoramento de sistemas agroecológicos no contexto do trabalho em unidades de referência.   In: MING, L. C.; VAL, M. F. do; FRANCO, F. S.; CARMO, M. S. do; MOREIRA, M. S. (Org.). Plantando sonhos: experiências em agroecologia no estado de São Paulo. Feira de Santana: Sociedade Brasileira de Etnobiologia e Etnoecologia, 2018.  p. 22-34.   
Parceria/partes: UFSCar - Universidade Federal de São Carlos - campus Araras,   
Conteúdo: A Equipe de Agroecologia da Embrapa, situado na unidade temática Meio Ambiente em Jaguariúna/SP, atua no fortalecimento e disseminação da Agroecologia visando sua aplicação nas diferentes regiões do território nacional. O principal objetivo do trabalho da Equipe é contribuir com a construção do conhecimento agroecológico, em busca de um cenário mais sustentável para a agricultura. 
Observaçao: ISBN: 978-85-53002-01-6.
Pendência: código PA SEG associado. (ID_PAT: 21958)
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Plano de Ação: .....  
Descrição: CALEGARIO, F. F.   Produção integrada.  In: ANTUNES, L. E. C.; REISSER JUNIOR, C.; SCHWENGBER, J. E. (Ed.). Morangueiro. Pelotas: Embrapa Clima Temperado: Brasília, DF: Embrapa, 2016.  p. 333-342.   
Parceria/partes:  
Conteúdo: A sociedade moderna reconhece cada vez mais a necessidade de enfrentar, unida, os desafios para garantir saúde e sustentabilidade. Essa união em prol da própria sobrevivência é desafiadora porque o homem contemporâneo há tempos se afastou da natureza. O isolamento entre os indivíduos é grande, a rotina diária acelerada, a competitividade alta e os recursos cada vez mais escassos. O grande e atual desafio apresentado a indivíduos, famílias, empresas, comunidades, sociedades e ao mundo em geral é adquirir a consciência de que os eventos na natureza são interligados e ocorrem em uma cadeia de causas e consequências. A produção integrada – o próprio nome já traz a ideia de integração, interligação, conexão – propõe-se a tratar constantemente desse desafio, buscando sistematizar os processos de produção primária com base no pressuposto de integração entre eventos para a obtenção da excelência em desempenho do sistema produtivo. 
Observaçao: ISBN: 978-85-7035-594-2. Acessível em http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1092843 (ID_PAT: 22088)
4
Plano de Ação: .....  
Descrição: GENUÁRIO, D. B.;  VAZ, M. G. M. V.;  SANTOS, S. N.;  KAVAMURA, V. N.;  MELO, I. S. de   Cyanobacteria from Brazilian extreme environments: toward functional exploitation.  In: DAS, S.; DASH, H. R. (Ed.). Microbial diversity in the genomic era. Academic Press, 2018. E-book. Chapter 16.  p. 265-284.   
Parceria/partes: UFV - Universidade Federal de Viçosa,  Rothamsted Research,   
Conteúdo: Extreme environments exhibit conditions that are beyond those bearable for most known species, which include extremely high or low temperature, pressure, gas content, radiation, pH, water availability, content of solutes and other chemical compounds (Van den Burg, 2003). However, the term “extreme” must be used with caution because it always reflects an anthropocentric point of view since these conditions could be considered completely normal for some macro and microorganisms (Horikoshi et al., 2011). Currently, the most emblematic examples of extreme environments on Earth include those found on cold and dry deserts, volcanoes, hypersaline lagoons and deep sea sediments; however, these environments could be the most prevailing habitats found in past geological periods (Rampelotto, 2013). Environments known as extremes were considered lifeless until the late 19th century, when the first report of isolation of organisms from salted fishes was published (Farlow, 1880). Nevertheless, the isolation of microbial strains from high salt-concentrated water in the Dead Sea occurred only in 1936. Nowadays, these environments are recognized as rich habitats with highly adapted species due to their living constraints and long-term evolution (Rampelotto, 2013). In this way, organisms that are able to thrive in these environments and present optimal and suboptimal growth under these conditions are known as extremophiles and extremotrophs, respectively (Horikoshi et al., 2011). Extreme organisms have been mostly investigated under taxonomic and physiological aspects leading to the discovery of novel species/genera and to a better understanding of their metabolic adaptation under environmental pressure (Garland and Carter, 1994). Among the microorganisms inhabiting extreme environments, the phylum Cyanobacteria is considered one of the most ancient, versatile and ecologically successful group, inhabiting several extreme conditions (Abed et al., 2009). They can survive in a range of environments: from oceans to fresh water, soil to bare rocks, deserts to ice shelves, hot springs to Arctic, hypersaline to alkaline lakes, environments with high metal concentrations and low availability of water conditions (xerophilic) through the formation of endolithic communities in desertic regions (Sánchez-Baracaldo et al., 2005; Thajuddin and Subramanian, 2005; Rostagi and Sinha, 2009). They are also known as active biomolecules producers endowed with peculiar biochemical pathways which are of great interest in biotechnological purposes. Therefore, the occurrence and activity of cyanobacteria at extreme conditions make them useful alternatives to the exploration of enzymes, proteins, osmolytes, biopolymers and new drugs (Rampelotto, 2013). In recent years, cyanobacteria have gained attention as a rich source of bioactive compounds, as one of the most promising groups of organisms to produce them (Bhadury and Wright, 2004; Dahms et al., 2006). For example, halophilic cyanobacteria belonging to the species Aphanothece halophytica, Microcoleus chthonoplastes, Phormidium ambiguum, Oscillatoria neglecta, Oscillatoria limnetica and Oscillatoria salina are source of glycine betaine, trehalose and ectoine, all important osmolytes for agriculture and cosmetics industry (Welsh, 2000; Oren, 2010). Several species of cyanobacteria produce photoprotective metabolites that act as antioxidants, preventing cellular damage from UV-induced reactive oxygen species, and may be used in the development of artificial human sunscreen, such as scytonemin from Stigonema sp. (an extremophilic marine cyanobacterium) and mycosporine-like amino acids from endolithic cyanobacteria (Vı´tek et al., 2014; Singh et al., 2017). The desiccation-resistant genus Chroococcidiopsis also exhibits resistance against ionizing radiation probably due to an efficient DNA repair mechanism (Billi, 2009). In addition, cyanobacteria have a relevant potential in producing compounds with medical applications, such as curacin A, produced by Lyngbya majuscula and dolastatin 10 which have undergone clinical trials as potential anticancer drugs (antimitotic) (Raja et al., 2014). Calothrixins A and B from Calothrix sp. inhibited the growth of the malarial parasite (Xu et al., 2016), whereas the anti-HIV and herpes simplex virus (HSV) compounds extracted from Microcystis strains may be important drug candidates for use in humans (Dixit and Suseela, 2013). In the context of extremophilic microorganisms, the number of studies is still low when compared to the great biological diversity harbored by an environment and they are mostly focused on biotechnological and industrial applications (Rampelotto, 2013). However, this is not a result of low biodiversity of extremophiles or rare extreme environments. We can attribute these problems to several factors such as (1) little knowledge on the location of extreme environments, (2) difficulties in accessing these environments and collecting samples and (3) problems in isolating and maintaining the organisms in vitro. In this direction, the main purpose of this chapter was to identify some extreme environments within Brazilian ecosystems based on their peculiar characteristics and on evidences gathered from the literature. Simultaneously to their characterization, it is also presented an overview about the inherent culturable cyanobacterial diversity studied in these environments by polyphasic approach. In the last section, some investigations conducted attempting to explore this cyanobacterial diversity in terms of prospection of new genes, biosynthetic pathways, or products focused on biotechnological application are offered. It is expected that all the information provided in this chapter can encourage researchers to explore the cyanobacterial diversity from some Brazilian extreme environments and use this biodiversity for practical use. 
Observaçao: ISBN: 9780128148501 (eBook), 9780128148495 (Paperback).
Pendência: código SEG associado.  (ID_PAT: 22581)
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Plano de Ação: 01.11.07.001.05.06  
Descrição: BUSCHINELLI, C. C. de A.;  GIROTTO, S. B. F. T.;  PASSOS, B. M. dos;  SIMIONI, F. J.   Desempenho socioambiental de propriedades rurais com a introdução de florestas de eucalipto.  In: Gestão ambiental e desenvolvimento sustentável. Ponta Grossa: Atena Editora, 2018.  p. 162-176.    
Parceria/partes: UDESC - Universidade do Estado de Santa Catarina,   
Conteúdo: Resumo: Este estudo teve como objetivo realizar uma análise dos indicadores de desempenho socioambiental da atividade florestal em propriedades rurais de referência, considerando os impactos da introdução do cultivo de eucalipto em relação ao uso do solo anteriormente a sua introdução. A avaliação foi realizada em duas áreas florestais de eucalipto, a primeira em Itapeva/SP e a segunda em Vera Cruz/RS, utilizando-se do Sistema Ambitec-Agro (Sistema de Avaliação de Impacto Ambiental de Inovações Tecnológicas para o segmento Agropecuário). Os dados e informações foram coletados através de levantamento de dados secundários, visita às florestas e por entrevista com os produtores. Este sistema consiste de um conjunto de 125 indicadores, organizados em 24 critérios descritores do desempenho socioambiental do estabelecimento rural, que compõem os critérios de avaliação ambiental e socioeconômica. Para ambas as fazendas, o índice final de impacto da atividade mostrou-se positivo em 2,94 para Itapeva/SP e 6,64 em Vera Cruz/RS. Porém, com valores contrastantes em termos da Qualidade ambiental para a primeira propriedade, que mostrou valores negativos para os critérios Uso de Energia e Uso de Insumos Agrícolas e Recursos, enquanto que na segunda propriedade estes valores foram positivos. Entretanto, os aspectos socioeconômicos foram extremamente positivos em ambos os casos, destacando os critérios Geração de renda, Valor da propriedade, Dedicação e perfil do responsável. Estes resultados permitem concluir que o desempenho socioambiental favorável verificado para a produção de Eucalipto pode contribuir positivamente para o desenvolvimento local sustentável, em regiões onde a diversificação produtiva se faz tão importante.
Abstract: The objective of this study was to carry out an analysis of the socioenvironmental performance indicators of forest activity in reference farms, considering the impacts of the introduction of Eucalyptus cultivation in relation to land use prior to its introduction. The evaluation was carried out in two forest areas of Eucalyptus, the first in Itapeva/SP and the second in Vera Cruz/RS, using the Ambitec-Agro System (Environmental Impact Assessment System for Technological Innovations for the Agricultural and Livestock segment). The data and information were collected through the collection of secondary data, visits to forests and interviews with producers. This system consists of a set of 125 indicators, organized in 24 criteria to describe the socio-environmental performance of the rural establishment that make up the environmental and socioeconomic assessment criteria. For both farms, the final impact index of the activity was positive at 2.94 for Itapeva and 6.64 at Vera Cruz. However, with contrasting values in terms of environmental quality for the first property, which showed negative values for criteria such as Energy Use and Use of Agricultural Inputs and Resources, while in the second property, these values were positive. However, the socioeconomic aspects were extremely positive in both cases, highlighting the criteria Generation of income, Property value, Dedication and profile of the responsible. These results allow the conclusion that the favorable socio-environmental performance verified for the production of Eucalyptus contributes positively to the local sustainable development, in regions where the productive diversification becomes so important.  
Observaçao: ISBN: 978-85-93243-72-1 (eBook). DOI: 10.22533/at.ed.721180703 (ID_PAT: 21869)
6
Plano de Ação: 01.12.01.001.03.04  
Descrição: PRADO, R. B.;  MONTEIRO, J. M. G.;  BARROS, L. C. de;  PARRON, L. M.;  SILVA, M. S. G. M. e;  RIBEIRO, P. E. de A.;  FIGUEIREDO, R. de O.   Conservação de ecossistemas e provisão de água.  In: SILVA, M. S. L. da; MATTHIENSEN, A.; BRITO, L. T. de L.; LIMA, J. E. F. W.; CARVALHO, C. J. R. de (Ed.). Água e saneamento: contribuições da Embrapa. Brasília, DF: Embrapa, 2018. E-book. (Série: Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, 6). Cap. 6.      
Parceria/partes: Embrapa Florestas (CNPF),  Embrapa Milho e Sorgo (CNPMS),  Embrapa Solos (CNPS),   
Conteúdo: Neste capítulo é apresentado um panorama das pressões antrópicas sobre os recursos hídricos e seus ecossistemas, algumas estratégias de conservação desses recursos para a produção de água, bem como um retrato das ações da Embrapa com potencial para contribuir no alcance da meta 6.6 do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 6 (ODS 6): proteger e restaurar ecossistemas relacionados com a água, incluindo montanhas, florestas, zonas úmidas, rios, aquíferos e lagos até 2020. As soluções tecnológicas que a pesquisa da Embrapa tem gerado estão relacionadas à redução dos processos erosivos e de sedimentação dos corpos hídricos; ao planejamento, monitoramento e valoração de serviços ecossistêmicos, com destaque para os hídricos; às práticas conservacionistas com reflexos na manutenção da quantidade e qualidade da água, entre outros. Este capítulo mostra para a sociedade esses resultados de pesquisas, que muito têm contribuído para a melhoria da qualidade de vida do homem no campo, assim como constituem veículo para atrair novos parceiros que possam fortalecer essas ações. 
Observaçao: ISBN: 978-85-7035-781-6.
Acessível em http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1089246 (ID_PAT: 21770)
7
Plano de Ação: 01.14.03.001.02.05  
Descrição: PEIXOTO, M. S.;  JONSSON, C. M.;  PARAÍBA, L. C.;  BARROS, L. C.;  LODWICK, W. A.   Estimating the xenobiotics mixtures toxicity on aquatic organisms: the use of α-level of the fuzzy number.  In: BARRETO, G. A.; COELHO, R. (Ed.). Fuzzy Information Processing. NAFIPS, 2018. Communications in Computer and Information Science, vol. 831. Cham: Springer, 2018. p. 489-499.     
Parceria/partes: UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas,  University of Colorado,  UFSCar - Universidade Federal de São Carlos - campus São Carlos,   
Conteúdo: Abstract: Agricultural practices that use various xenobiotics can contaminate surface water and groundwater with xenobiotics mixtures concentrations which cause serious risks to water quality and to the health of aquatic organisms that inhabit them. Xenobiotics in water when present as mixtures can exacerbate or reduce the toxic effects in aquatic organisms, when compared to the toxic effects of each individual component concentrations of the xenobiotics mixture. The objective of this study is to develop a mathematical method using α-level of the fuzzy numbers with less accounts and simpler calculations to sort ecotoxicological effects in aquatic organisms of xenobiotics mixtures concentrations occurring in water, classifying them into antagonistic, additive or synergistic and also establishing the magnitude of the effects of concentrations of mixtures. The proposed method in this paper using fuzzy numbers can be suggested in protocols established by regulatory agencies to classify ecotoxicological effects of xenobiotics mixtures in water. 
Observaçao: Online ISBN: 978-3-319-95312-0. DOI: https://doi.org/10.1007/978-3-319-95312-0_42 (ID_PAT: 22113)
8
Plano de Ação: 02.12.11.004.00.02  
Descrição: MAY, A.;  MENDES, S. M.;  SILVA, D. D. da;  PARRELLA, R. A. da C.;  SILVA, A. F. da;  PACHECO, T. F.;  AQUINO, L. A. de;  COTA, L. V.;  COSTA, R. V.   Manejo cultural de sorgo sacarino em áreas de reforma de canaviais.  In: SILVA, F. C. da; ALVES, B. J. R.; FREITAS, P. L. de (Ed.). Sistema de produção mecanizada da cana-de-açúcar integrada à produção de energia e alimentos. Brasília, DF: Embrapa, 2017. v. 2, pt. 6, cap. 1, p. 574-587.     
Parceria/partes: Embrapa Agroenergia (CNPAE),  Embrapa Milho e Sorgo (CNPMS),  UFV - Universidade Federal de Viçosa,   
Conteúdo: O sorgo sacarino (Sorghum bicolor) é a planta que mais se adapta ao setor sucroalcooleiro, principalmente quando cultivado no verão, visando fornecer matéria-prima de qualidade para abastecer o mercado de etanol no Brasil. Por ser uma planta de ciclo curto (110 a 120 dias), propagada por sementes, ela é totalmente mecanizável e possível de ser processada com a mesma tecnologia industrial desenvolvida para a cana. Além disso, o bagaço do sorgo sacarino apresenta poder calorífico equivalente ao bagaço da cana, sendo bastante eficiente na cogeração de energia. ... 
Observaçao: ISBN 978-85-7035-778-6. (ID_PAT: 22114)
9
Plano de Ação: 02.13.12.005.00.06  
Descrição: CAPALBO, D. M. F.;  ARANTES, O. M. N.;  MAIA, A. G.;  BORGES, I. C.;  SILVEIRA, J. M. F. J. da   A study of stakeholder views to shape a communication strategy for GMO in Brazil.  In: Top 5 Contributions on Biotechnology. Hyderabad, India: Avid Science, 2018. E-book. Chapter 04.   p. 2-27.   
Parceria/partes: UEL - Universidade Estadual de Londrina/PR,  UNICAMP - Universidade Estadual de Campinas,   
Conteúdo: Abstract: This paper analyzes the view of stakeholders on genetically modified organisms (GMOs) and the implications of these views on communication strategies for agricultural biotechnology in Brazil. It identifies and describes common groups of attitudes toward GMOs using multivariate statistical analyses. The study then looks for patterns of association between the common attitude groups and the following variables: socioeconomic characteristics trust in institutions as information sources and familiarity with the Brazilian biosafety authority. The article contributes to the understanding of public awareness by highlighting how information sources, trust in institutions, and socioeconomic characteristics, such as age and occupational qualification, play important roles in defining patterns of attitudes toward GMOs. The paper also discusses the implications of this knowledge for the development of a communication strategy plan that would promote public awareness and stimulate a well-informed Brazilian public debate on biosafety. 
Observaçao: ISBN: 978-93-88170-07-9. (ID_PAT: 22205)
10
Plano de Ação: 02.13.12.005.00.06  
Descrição: CAPALBO, D. M. F.;  FERNANDES, P. M. B;  BARROSO, P. A. V.   Biossegurança.  In: FERNANDES, P. M. B. (Org.). Biotecnologia branca para um mundo verde. Curitiba: Editora CRV, 2018.  p. 81-98.   
Parceria/partes:  
Conteúdo: In: CHAVES, M. P. S. R.; COELHO, M. P. S. L. V. (Org.). Inovação socioacadêmica na Amazônia. Manaus: EDUA, 2016. p. 96-111. 
Observaçao: ISBN: 978-85-444-2550-3. DOI: 10.24824/978854442550.3 (ID_PAT: 22474)
11
Plano de Ação: 03.13.12.009.00.05  
Descrição: MORENO-VELANDIA, C. A.;  COTES, A. M.;  BELTRÁN-ACOSTA, C.;  BETTIOL, W.;  ELAD, Y.   Control biológico de fitopatógenos del suelo.  In: COTES, A. M. (Ed.). Control biológico de fitopatógenos, insectos y ácaros: agentes de control biológico. V. 1. Agentes de control biológico. Mosquera, Colombia: AGROSAVIA, 2018. cap. 2. p. 144-221.     
Parceria/partes: CORPOICA - Corporación Colombiana de Investigación Agropecuaria,  ARO - Agricultural Research Organization, Volcani Center,   
Conteúdo: Resumen: El control biológico de enfermedades de las plantas causadas por patógenos del suelo es posible gracias a las complejas interacciones que se dan entre los agentes de control biológico (acb), la planta hospedera, el fitopatógeno y la comunidad microbiana de la rizosfera —la cual está sujeta a cambios dramáticos en una escala corta de tiempo—. Eventos como lluvias y periodos de sequía durante el día desencadenan fluctuaciones en la concentración de sales, el pH, el potencial osmótico, el potencial hídrico y la estructura del suelo, entre otros. Por otra parte, en una escala larga de tiempo, se generan cambios en la rizosfera debido al crecimiento de las raíces, las interacciones entre los organismos allí presentes y los procesos de meteorización del suelo. La complejidad de estas interacciones ha influido en el éxito y el fracaso de distintos casos de control biológico de las enfermedades de las plantas, lo que generó, en sus inicios, un alto grado de escepticismo hacia esta práctica. Sin embargo, la percepción de este método de control por parte de los agricultores también ha evolucionado, gracias a las exigencias generalizadas del consumidor por alimentos libres de residuos de plaguicidas, el cuidado del medioambiente y el apoyo de la legislación en varios países. La generación de conocimiento sobre la ecología de los acb ha permitido entender mejor las interacciones entre los antagonistas y los demás componentes de la rizosfera, razón por la cual, hoy en día, el diseño de estrategias de implementación de bioplaguicidas tiene en cuenta este conocimiento para favorecer la actividad de los acb. Aunque en la actualidad existen brechas de conocimiento sobre las mencionadas interacciones, los avances recientes en tecnologías de secuenciación del dna han facilitado la caracterización de la composición, la diversidad y el potencial funcional de las comunidades microbianas. Esto ha permitido identificar nuevos acb y desarrollar estrategias de manejo de comunidades microbianas para aumentar la supresión de enfermedades. En este capítulo se presenta un resumen de la historia del desarrollo del control biológico de fitopatógenos del suelo y las principales características fisicoquímicas y biológicas de la rizosfera. También se describen los acb más ampliamente reconocidos y sus modos de acción, así como estudios de caso exitosos de control biológico de patógenos de suelo y las características que debería tener un acb ideal.
Abstract: Biological control of plant diseases caused by typical soil-borne phytopathogens are the result of complex interactions between biological control agents (bca), the plant host, the pathogen and the rhizosphere microbial community and environment. The multiphase interaction is subject to dramatic changes in a short time. Events such a rain and drought during the day can trigger fluctuations of, among others, salts concentrations, pH, osmotic potential, water potential, and soil structure changes. Whilst in a long-time range changes in the rhizosphere are given by growth of roots, organisms interactions, and soil weathering processes. The complexity of these interactions has influenced both success and failure cases of biological control as a method for plant disease management, generating in the beginning a high degree of skepticism towards this practice. However, the perception of this control method by growers has evolved, owing to generalized demands of the consumer for food free of pesticides, care of environment and the support of legislation in several countries. Generation of knowledge about bca-ecology has allowed to better understand the interactions between the antagonists and the other components of the rhizosphere and nowadays the design of strategies for the implementation of biopesticides considers this knowledge in order to favor the activity of the bca. Although there are currently gaps in knowledge about the complex interactions between bca, the host plant, the phytopathogens, the plant microbiome and the environment, recent advances in dna sequencing technologies have facilitated the characterization of the composition, diversity and functional potential of microbial communities. This has allowed the identification of new bcas and the development of management strategies for microbial communities to improve the suppression of plant diseases and the repucibility of the bca activity. In this chapter, a summary of the history of the development of biological control of soil-borne phytopathogens is presented. The main physical-chemical and biological characteristics of the rhizosphere, scenario in which the interactions between the components of the biocontrol system of soil-borne phytopathogens are developed, the most widely recognized biological control agents and their modes of action are described. Successful case studies of biological control of soil-borne pathogens are described and the characteristics for an ideal bca are presented.  
Observaçao: ISBN Obra completa(e): 978-958-740-252-0
ISBN Volumen 1(e): 978-958-740-253-7
Volumen 1 acessível em http://hdl.handle.net/20.500.12324/33829 (ID_PAT: 22493)
12
Plano de Ação: 03.14.07.001.00.02  
Descrição: CANUTO. J. C.   Agroflorestas e resiliência social.  In: MAGNONI JÚNIOR, L.; STEVENS, D.; LOPES, E. S. S.; CAVARSAN, E. A.; VALE, J. M. F; MAGNONI, M. G. M.; TEIXEIRA, T.; FIGUEIREDO, W. S. (Org.). Redução do risco de desastres e a resiliência no meio rural e urbano. São Paulo: Centro Paula Souza, 2017.  p. 157-168.   
Parceria/partes:  
Conteúdo: O presente escrito tem como objetivo, levantar questões introdutórias relacionadas à resiliência social na agricultura. Buscando mostrar o potencial que têm as agroflorestas para contribuir na ampliação da resiliência social, são apresentados alguns argumentos advindos na participação do autor em diversas iniciativas, projetos e debates sobre a mudança socioecológica na agricultura, onde a agroecologia constitui o marco conceitual mais abrangente e as agroflorestas uma de suas manifestações mais sofisticadas. Resiliência social constitui um campo conceitual amplo, que tem relação com a Sociologia, a Economia, a Antropologia, a Psicologia, a Ecologia e outras tantas ciências e disciplinas. Assim, que sentido tem abordar um “modelo” de sistema agrícola sob a ótica da resiliência social? Por certo as agroflorestas por si só não detém o domínio da sustentabilidade, nem mesmo quando circunscrita à especificidade do meio rural. No entanto, buscaremos evidenciar seu papel nesse contexto, especialmente frente às mudanças ecológicas e socioeconômicas que se apresentam cada dia de maneira mais contundente. As agroflorestas são formas de modelar os sistemas de produção agropecuária para, simultaneamente, alcançar dois objetivos: o equilíbrio ecológico e a sustentação econômica dos agricultores. Diante do império do capital, traduzido na agricultora pelos sistemas de monocultivo e de suas desastrosas decorrências socioecológicas, sistemas agroecológicos estão a desenvolver-se de forma autônoma pelos mais diversos recantos no país e do mundo. Entre os sistemas agroecológicos, as agroflorestas biodiversas têm tido cada vez mais destaque, tanto no debate acadêmico e político, como na expansão concreta dessas estratégias no mundo rural. Tornaram-se hoje claramente um contraponto à ação desagregadora do avanço do agronegócio, à vulnerabilidade ecológica, econômica e sociocultural dos agricultores nos mais diversos territórios camponeses. As agroflorestas (assim como outros sistemas agroecológicos diversificados) apresentam inúmeros atributos que constroem, em seu conjunto, um espaço social resiliente. As agroflorestas mostram-se capazes de promover a reposição interna ao sistema dos nutrientes, a regeneração do solo, da água e da biodiversidade, a independência em relação aos recursos externos, a resposta econômica, a segurança alimentar das famílias rurais e uma potente alternativa às mudanças do clima. As agroflorestas biodiversas resgatam ou reforçam o objetivo de reprodução social das famílias, pois recuperam os elos de uma coevolução socioecológica desenvolvida ao longo de séculos e hoje em risco de dissipação. A reprodução social camponesa depende do autocontrole dos recursos naturais e do protagonismo sociopolítico dos agricultores. Desse modo, pode-se dizer que as agroflorestas dispõem das condições fundamentais para manter ou re-significar, tanto a diversidade produtiva, como os valores culturais, como importantes ferramentas para a manutenção das famílias rurais no campo, com qualidade de vida. 
Observaçao: ISBN: 978-85-99697-89-4. (ID_PAT: 21451)
13
Plano de Ação: 16.00.2.50.01.16  
Descrição: TEIXEIRA, A. H. de C.;  LEIVAS, J. F.;  RONQUIM, C. C.;  SILVA, G. B. S. da   The use of MODIS images to quantify the energy balance in different agroecosystems in Brazil.  In: RUSTAMOV, R. B. (Ed.). Multi-purposeful application of geospatial data. London: IntechOpen, 2018. cap. 6.   p. 105-121.   
Parceria/partes: Embrapa Tabuleiros Costeiros (CPATC),  Embrapa Territorial (CNPM),   
Conteúdo: Sugarcane (SC) is expanding over coffee (CO), while both crops have replaced the natural vegetation (NV) in the northeastern side of São Paulo (SP) state, Southeast Brazil. Under these dynamic land-use changes, geosciences are valuable tools for evaluating the largescale energy and mass exchanges between the vegetation and the lower atmosphere. For quantification of the energy balance components in these mixed agroecosystems, MODIS images were used throughout the Simple Algorithm for Evapotranspiration Retrieving (SAFER) algorithm, during the year 2015 in the main sugarcane- and coffee-growing regions of the state. Regarding, respectively, sugarcane, coffee, and natural vegetation, the fractions of the net radiation (Rn) used as latent heat flux (?E) were 0.68, 0.87, and 0.77, while the corresponding ones for the sensible heat (H) fluxes were 0.27, 0.07, and 0.16. Negative H values were noticed from April to July, because of heat advection raising ?E values above Rn, but they were more often in coffee than in sugarcane. It was concluded that sugarcane crop presented lower evapotranspiration rates, when compared with coffee, which could be an advantage under the actual water scarcity scenario. However, sugarcane replacing natural vegetation means environmental warming, while the land use changes promoted by coffee crop represented cooling conditions. 
Observaçao: ISBN: 978-1-78923-109-0. DOI: http://dx.doi.org/10.5772/intechopen.72798 (ID_PAT: 22610)
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Plano de Ação: 16.00.2.50.01.30  
Descrição: FIGUEIREDO, M. C. B.;  MATSUURA, M. I. da S. F.   Eficiência energética.  In: KUNZ, A.; OTENIO, M. H.; LEITAO, R. C.; GAMBETTA, R. (Ed.). Energia limpa e acessível: contribuições da Embrapa. Brasília, DF: Embrapa, 2018. E-book. (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, 7). Cap. 5.     
Parceria/partes: Embrapa Agroindústria Tropical (CNPAT),   
Conteúdo: A eficiência energética é tema central da meta 7.3 do ODS 7: Até 2030, dobrar a taxa global de melhoria da eficiência energética. Dessa forma, tecnologias que consigam reduzir o gasto energético, direta ou indiretamente, para realizar o mesmo objetivo, se enquadram como contribuição ao seu alcance. A Avaliação de Ciclo de Vida (ACV) é uma das formas utilizadas para avaliar esse ganho em termos de sustentabilidade dos processos, e é um dos temas desenvolvidos pela Embrapa. Exemplos desse tipo de tecnologia em que se reduz o gasto energético desenvolvidos na Empresa são: Concentração de suco de tangerina por osmose inversa; Concentração de suco de melancia por osmose inversa; Concentração de suco de melão por osmose inversa; Processo para a concentração de antocianinas do suco de açaí por nanofiltração; Concentração de suco de abacaxi por osmose inversa acoplada à evaporação osmótica; Concentração de suco de acerola por osmose inversa acoplada à evaporação osmótica; Processo de microfiltração do suco de melão; Concentração de suco de uva por osmose inversa  
Observaçao: ISBN 978-85-7035-787-8.
Acessível em http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1090708 (ID_PAT: 21880)
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Plano de Ação: 16.00.2.50.01.30  
Descrição: PENTEADO, A. L.;  PACKER, A. P. ;  CHAIM, A.;  BUSCHINELLI, C. C. de A.;  TERAO, D.;  RODRIGUES, G. S.;  CALEGARIO, F. F.;  JESUS, K. R. E.;  ABREU, L. S. de;  WADT, L. G. R.;  OLIVEIRA, P. de;  BARIZON, R. R. M.   Contaminação do meio rural e da produção.  In: KIILL, L. H. P.; KATO, H. C. G. de A.; CALEGARIO, F. F. (Ed.). Saúde e bem-estar: contribuições da Embrapa. Brasília, DF: Embrapa, 2018. E-book. (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, 3). Cap. 4.      
Parceria/partes: Embrapa Semiárido (CPATSA),   
Conteúdo: A meta 3.9 do 3º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS 3) é de “até 2030, reduzir substancialmente o número de mortes e doenças por produtos químicos perigosos, contaminação e poluição do ar e água do solo” (Objetivos..., 2016, p. 4). A contaminação do espaço rural vem sendo apontada como um dos sérios problemas da atualidade, uma vez que coloca em risco a saúde humana, os recursos naturais e a biodiversidade. Na maioria dos casos, a poluição desse espaço é atribuída à contaminação química, resultado direto do uso de insumos agrícolas, principalmente inseticidas e herbicidas, que contaminam o solo e a água, podendo chegar até os alimentos consumidos pelo próprio homem, causando diversas doenças. Estudos mostram que a saúde humana pode ser afetada pelos agrotóxicos durante sua fabricação, no momento de preparo e aplicação e ao consumir um produto contaminado, e, independentemente da forma de contato, os efeitos são extremamente perigosos. Levantamentos realizados estimam que milhões de trabalhadores agrícolas de países pobres sofrem com algum tipo de intoxicação causada por exposição a agrotóxicos. 
Observaçao: Demais autores: PORTO, D. D., CPATSA (6º).
ISBN: 978-85-7035-784-7.
Acessível em http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1090592 (ID_PAT: 21876)
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Plano de Ação: 16.00.2.50.01.30  
Descrição: WANDELLI, E. V.;  ABREU, L. S. de;  TAVARES, E. D.;  BIANCHINI, F.;  SILVA, A. P. da;  BELTRÃO, S. L. L.;  FERREIRA, M. do S. G.   Contribuições da Embrapa para a erradicação da pobreza.  In: COSTA, P. da; COSTA, J. R. da; WANDELLI, E. V.; BIANCHINI, F.; TAVARES, E. D. (Ed.). Erradicação da pobreza: contribuições da Embrapa. Brasília, DF: Embrapa, 2018. E-book. (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, 1). Cap. 3.     
Parceria/partes: Embrapa Amazônia Ocidental (CPAA),  Embrapa Amazônia Oriental (CPATU),  Embrapa Pesca e Aquicultura (CNPASA),  Embrapa Semiárido (CPATSA),  Embrapa Tabuleiros Costeiros (CPATC),  Embrapa Sede - Secretaria de Inovação e Negócios (SIN),   
Conteúdo: Neste capítulo, são apresentadas soluções relacionadas aos sistemas agroalimentares sustentáveis desenvolvidos pela Embrapa que contribuem com as seguintes metas do Objetivo do Desenvolvimento Sustentável 1 (ODS 1) (Nações Unidas, 2018): meta 1.1) “até 2030, erradicar a pobreza extrema para todas as pessoas em todos os lugares, atualmente medida como pessoas vivendo com menos de US$ 1,25 por dia”; e meta 1.2) “até 2030, reduzir pelo menos à metade a proporção de homens, mulheres e crianças, de todas as idades, que vivem na pobreza, em todas as suas dimensões, de acordo com as definições nacionais”. Além das contribuições diretamente relacionadas aos sistemas agroalimentares, a Embrapa vem acumulando várias experiências e processos ligados às inovações tecnológicas, que possibilitaram a inclusão de uma parcela da população que se encontrava na pobreza e extrema pobreza. Entre essas, podemos citar a recente atuação da Embrapa junto ao Programa Brasil Sem Miséria (PBSM), que trabalhou em diversos territórios do Semiárido brasileiro, integrando-se às redes de organizações de assistência técnica e extensão rural, gestores públicos das esferas municipais, estaduais e federais. Numa pesquisa realizada para a avaliação das famílias que fizeram parte desse programa, foi indicado o acesso às diversas políticas públicas como um dos principais fatores na melhoria de vida das famílias. Citam-se, entre outros: o Programa Luz pra Todos; os programas de acesso e produção de água – 1 Milhão de Cisternas e Uma Terra Duas Águas; a política de transferência de renda Bolsa Família; a Política de Assistência Técnica e Extensão Rural, Crédito e Fomento Rural; a Política de Aquisição de Alimentos, Educação; e o Sistema Único de Saúde (SUS). A Embrapa tem contribuído na execução e implementação de muitas dessas políticas, como a Política Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica, com a criação de Núcleos de Agroecologia em 10 unidades da Embrapa, com a participação na criação de Planos de Inovação para a Agricultura Familiar em todos os estados dentro da Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural, bem como nas políticas de Desenvolvimento dos Povos e Comunidades Tradicionais e no Plano Nacional de Promoção das Cadeias da Sociobiodiversidade. No âmbito da agroecologia, a Embrapa tem atuado com projetos alinhados a arranjos e a portfólios na inovação agroecológica, com participação na construção de conhecimentos e de intercâmbios com a agricultura familiar, povos indígenas e comunidades tradicionais. A Empresa também tem trabalhado na identificação e fortalecimento da geração e a disponibilização de conhecimentos para sistemas de produção de base ecológica para atingir a soberania alimentar, tecnológica, energética, hídrica e de insumos agropecuários para a agricultura familiar. O alcance dos objetivos do desenvolvimento sustentável tem se dado a partir da realização de ações de capacitação junto a comunidades que vivem a realidade da pobreza. Nesse sentido, algumas ações da Embrapa são voltadas para a formação continuada de jovens agricultores, extensionistas, lideranças comunitárias e cooperados em conceitos e práticas no campo da disseminação de informações tecnológicas nas comunidades rurais, fortalecendo a vida social e a auto-organização comunitária, bem como apoiando a inclusão produtiva rural. O acesso a informações sobre os princípios e tecnologias sociais adequadas a uma agricultura familiar que permitam a produção de alimentos de elevada quantidade e qualidade, sem a dependê ncia de insumos externos, estimula os circuitos curtos de produção e comercialização e fortalece a economia local a partir de organizações comunitárias. Algumas dessas ações da Embrapa serão abordadas de forma mais detalhada nos próximos tópicos. 
Observaçao: ISBN: 978-85-7035-782-3.
Acessível em http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1090627 (ID_PAT: 21878)
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Plano de Ação: 16.00.2.50.01.30  
Descrição: WANDELLI, E. V.;  ABREU, L. S. de;  TAVARES, E. D.;  SIQUEIRA, E. R.   Os desafios para um país sem pobreza.  In: COSTA, P. da; COSTA, J. R. da; WANDELLI, E. V.; BIANCHINI, F.; TAVARES, E. D. (Ed.). Erradicação da pobreza: contribuições da Embrapa. Brasília, DF: Embrapa, 2018. E-book. (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, 1). Cap. 2.     
Parceria/partes: Embrapa Amazônia Ocidental (CPAA),  Embrapa Tabuleiros Costeiros (CPATC),   
Conteúdo: O Brasil é o quinto país mais populoso do mundo, com 209 milhões de pessoas (World..., 2017). Apenas 1% dessa população possui renda média mensal domiciliar per capta superior a R$ 18.657,00, enquanto 25,4% da população vive na linha de pobreza, com renda per capta inferior a US$ 5,5 por dia em termos de paridade de poder de compra (PPP, sigla em inglês para purchasing power parity) (Síntese..., 2015). Não obstante o Brasil tenha avançado na última década, com redução significativa dos índices de desigualdade na distribuição pessoal de renda, no ranking mundial, o país ainda está entre os dez com maior diferença de renda de sua população (Síntese..., 2015). As desigualdades sociais no Brasil se expressam por meio da concentração de renda, do desemprego, da fome, da desnutrição, da mortalidade infantil, da baixa escolaridade e da violência (Camargo, 2017). O que acarreta a pobreza é a carência de meios essenciais que garantam a manutenção da vida, a dignidade humana e o bem-viver, os quais dependem do padrão de vida e da cultura de cada comunidade. Assim, a pobreza é relativa a parâmetros temporais e espaciais diversos. Dessa forma, pode-se designar como pobre a pessoa cuja carência a situa à beira da morte, ou o indivíduo cuja nutrição, moradia e vestuário, embora suficientes para a preservação da vida, têm qualidade inferior à da população em geral (Mello, 2017). As regiões do país onde se concentram o maior número de pessoas em extrema pobreza são o Norte e o Nordeste, e onde estão os menores índices de desenvolvimento humano (IDH). Na região Norte, abriga-se a maior diversidade biológica do mundo, a qual, somada a de outros biomas brasileiros, coloca o país como o detentor da maior biodiversidade de todo o planeta, ou seja, um quinto de toda a diversidade biológica conhecida no mundo. O Semiárido brasileiro abriga uma população de mais de 22 milhões de pessoas, sendo um dos ambientes rurais mais populosos do planeta; 91,45% dos municípios situados nesse bioma apresentam valores extremamente altos de vulnerabilidade socioeconômica e ecológica (Silva et al., 2014). A população desse ambiente depende da agropecuária de subsistência para sobreviver, enfrenta sérios problemas de falta de abastecimento de água e de saneamento básico. Os sistemas de produção tradicionais, que são a base para a geração de emprego e renda dessas populações, são altamente vulneráveis às mudanças climáticas. Esse é o território do Brasil que está mais vulnerável a eventos climáticos extremos, especialmente a ocorrência de secas. A seca é um fenômeno natural em ambientes áridos e semiáridos do mundo. As últimas secas no Brasil ocasionaram prejuízos de 104 bilhões de reais para os estados da região Nordeste, gerando impactos mais graves para população rural que habita esse ambiente (Pereira, 2017). A Caatinga é o bioma que sustenta a produção pecuária nesse ambiente, onde altos padrões de resiliência contrastam com a fragilidade do componente animal e antrópico diante da longa duração dos períodos de seca na região. Políticas governamentais têm tentando prover recursos mínimos necessários para a população dessa região, mas os esforços ainda são insuficientes para promover alterações significativas na qualidade de vida da população mais pobre e marginalizada do Brasil que habita o Semiárido brasileiro. Apesar da redução da extrema pobreza no Brasil, a desigualdade ainda persiste no país (Campello; Gentili, 2017). A fome foi superada como um problema endêmico, mas ainda há populações que vivenciam carência alimentar e que necessitam aumentar a escolaridade, conforme afirmou a ex-ministra Tereza Campello em entrevista concedida ao Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) (Nações Unidas, 2016). O nível de desigualdade no Brasil pode e precisa ser mudado, para isso é necessário ampliar o acesso não somente aos bens, mas aos serviços públicos que assegurem a dignidade da população. Para Campello e Gentili (2017): [...] o acesso – ou o não acesso – à água, saneamento, energia, educação, saúde, moradia e bens de consumo como geladeira, telefone, dentre outros, não são dimensões periféricas da desigualdade. A urgência e a prioridade de acesso a estes direitos aos mais pobres podem ocorrer concomitantemente às mudanças estruturais que demandam tempo. A promoção de políticas que reduzam a injustiça social e as desigualdades estruturais é a principal estratégia para diminuição da pobreza (Calixtre; Fagnani, 2017; Campello; Gentili, 2017). Entender as lacunas, as falhas, os limites e os novos desafios desse processo de igualdade e justiça é fundamental para se reconstruir estratégias efetivas de redução e erradicação da pobreza no Brasil. Para operacionalizar o desenvolvimento sustentável, as ações dos governos, por meio de políticas públicas, precisam considerar a totalidade da população humana, os ecossistemas e suas relações. Dessa forma, as políticas precisam ser universais e ter um caráter de inclusão social. Para o enfrentamento da pobreza, deve-se deixar de considerá-la como fenômeno natural e analisá-la em suas várias dimensões; contudo a desnaturalização da desigualdade requer a conscientização de que se trata de um conjunto de injustiças. A desigualdade social é sempre uma relação política, passível de ser enfrentada pela ação do Estado e afirmada pelas lutas coletivas por direitos, contudo o efeito democrático pode ser desestabilizador de privilégios historicamente reproduzidos pelas elites. Segundo o professor titular do Centro de Desenvolvimento Sustentável da Universidade de Brasília (UnB), Marcel Bursztyn, em entrevista concedida ao Pnud (Nações Unidas, 2016): “a pobreza está associada a desigualdades e, para alcançar um nível sustentável de desenvolvimento, é essencial trabalhar com esses dois conceitos de forma integrada”. O vencedor do Prêmio Nobel de Economia de 1998, Amartya Sen, concebe o desenvolvimento como um processo de expansão de liberdades substantivas que as pessoas gozam e, para que isso ocorra, é preciso que se removam as privações que limitam a capacidade de escolha de indivíduos. Dessa forma, há a valorização do sujeito agente, tornando-o responsável pelas suas escolhas. Porém responsabilidade requer liberdade. Essas liberdades, segundo Sen (2000), serão obtidas por meio de políticas públicas eficazes que melhorem a qualidade de vida da população por meio do partilhamento dos frutos do crescimento econômico. No entanto, apesar de a produção mundial de alimento ser maior que antes, os mercados de trocas estarem cada vez mais aperfeiçoados, os direitos humanos e civis fazerem parte do discurso da maioria dos líderes políticos e a democracia ter se tornado um regime de governo dominante, pessoas ainda morrem de fome coletiva, fome crônica, e há ainda supressão de liberdades básicas, como a política e a econômica (Sen, 2000). Para Rafael Osório, do Instituto de Pesquisas Econômicas e Aplicadas (Ipea), junto ao Centro Internacional de Políticas para o Crescimento Inclusivo (IPC), em entrevista concedida ao Pnud, a erradicação da pobreza demanda um planejamento nacional em que se integrem os aspectos ambientais, sociais e econômicos (Nações Unidas, 2016). A pobreza fragiliza indivíduos, famílias e comunidades. Essa situação só pode ser superada pela ação do poder público, por meio de políticas públicas multissetoriais como a universalização do acesso aos serviços de saúde, o acesso à educação integral, o estímulo à criação de organizações de economia solidária, grupos comunitários de produção, fundos solidários e o desenvolvimento de tecnologias sociais. Entretanto, a efetividade dessas políticas pressupõe o acesso à vida social. Assim entendemos que, para a erradicação da pobreza extrema ou para a sua redução, é essencial a inclusão social de um expressivo contingente populacional, reconhecendo seu direito à autonomia econômica e cultural. A superação dessa situação requer necessariamente a participação ativa desses homens, mulheres e jovens, fortalecendo os laços sociais e comunitários que já existam. Essa ação deverá ser universal e envolver múltiplos atores e instituições públicas, organizações não governamentais e movimentos sociais que já participam de ações dessa natureza. 
Observaçao: ISBN: 978-85-7035-782-3.
Acessível em http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1090627 (ID_PAT: 21877)
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Plano de Ação: 16.00.2.50.01.30  
Descrição: ABREU, L. S. de;  WATANABE, M. A.   Rede multiconectada envolvendo as mulheres agricultoras do sul da Amazônia para a soberania alimentar.  In: ARZABE, C.; COSTA, V. C. (Ed.) Igualdade de gênero: contribuições da Embrapa. Brasília, DF: Embrapa, 2018. E-book. (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, 5). Cap. 5.     
Parceria/partes:  
Conteúdo: Este capítulo apresenta uma contribuição da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), em parceria com outras instituições, envolvendo mulheres agricultoras do sul da Amazônia, que auxiliam no alcance das ações: acabar todas as formas de discriminação contra todas as mulheres (meta 5.1) e apoiar às reformas para dar às mulheres rurais direitos iguais aos recursos econômicos (meta 5.a). A construção da soberania alimentar e a defesa da biodiversidade é uma tarefa que exige uma ação determinada, em que se inserem a proteção e conservação da vida e da natureza, trabalho predominantemente desenvolvido por mulheres. Com esse trabalho, elas sustentam a vida humana assegurando o suprimento de alimento e água, e, por isso, são as mulheres aquelas que mais sentem a destruição da integridade dos ecossistemas florestais. As mulheres da região de Ouro Preto do Oeste, RO, depois da conversão para a agricultura ecológica, passaram a produzir alimentos a partir da diversificação da produção, com preservação da biodiversidade e geração de renda familiar, cujas práticas foram pautadas no uso, no manejo e na gestão sustentável das terras. Isso ocorreu a partir de ações de organizações não governamentais (ONGs), do estado de Rondônia, do governo federal e da Embrapa, por meio do Programa de Desenvolvimento Socioambiental da Produção Familiar Rural (Proambiente). Nesse contexto se inserem o conhecimento, a utilização e a redefinição de práticas tradicionais e modernas de natureza ecológica, processos de agregação de valor à produção e resgate da gastronomia local. As ações da Embrapa em articulação com outras instituições contribuíram para dar visibilidade, ressignificar práticas e produtos agrícolas pela troca de conhecimentos sobre processos de transição de base ecológica, de agregação de valor à produção e sua inserção em diferentes modalidades de circuitos curtos. Trata-se de uma síntese do conjunto amplo de atividades desenvolvidas pela Embrapa Meio Ambiente no contexto do projeto Proambiente, cujas ações foram articuladas e operacionalizadas a partir de interações múltiplas com instituições municipais, estaduais e o governo federal. Em 2005, foram desenvolvidas as primeiras atividades em parceria com a Embrapa Amazônia Oriental e depois em interação com colegas da Embrapa Acre e Embrapa Rondônia, vinculados à agronomia e à sociologia rural; e, em 2014, as informações foram complementadas (Abreu; Watanabe, 2016). A pesquisa tanto apoiou as atividades da política pública que estavam sendo desenvolvidas quanto possibilitou dar visibilidade à experiência original do grupo de mulheres, além de gerar conhecimentos para a formulação de novas políticas públicas para o seu fortalecimento. 
Observaçao: ISBN: 978-85-7035-786-1.
Acessível em http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1090711 (ID_PAT: 21879)
19
Plano de Ação: 16.00.2.50.01.30  
Descrição: COSTA, J. R. da;  ALENCAR, J. R. de;  COSTA, P. da;  HAMMES, V. S.;  VICTORIA, D. de C.;  JESUS, K. R. E.;  CIPRIANI, H. N.;  BUSCHINELLI, C. C. de A.;  CALEGARIO, F. F.;  RODRIGUES, G. S.;  MAGALHAES, L. A.;  MARMO, C. R.   Inteligência territorial: planejamento, gestão e sistemas de apoio às decisões estratégicas.  In: COSTA, J. R. da; COSTA, P. da; ALMEIDA, J. S. S. E.; HAMMES, V. S. (Ed.). Cidades e comunidades sustentáveis: contribuições da Embrapa. Brasília, DF: Embrapa, 2018. E-book. (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, 11). Cap. 3.     
Parceria/partes: **(DENOMINAÇÃO ALTERADA) Embrapa Informática Agropecuária (CNPTIA),  Embrapa Amapá (CPAF-Amapá),  Embrapa Amazônia Ocidental (CPAA),  Embrapa Instrumentação (CNPDIA),  Embrapa Rondônia (CPAF-Rondônia),  Embrapa Roraima (CPAF-Roraima),  Embrapa Territorial (CNPM),  Embrapa Sede - Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas (SIRE),   
Conteúdo: O planejamento e a gestão territorial são fundamentais para a construção de um projeto de desenvolvimento sustentável. As comunidades urbanas e rurais apoiadas em processos contínuos de planejamento e gestão participativos adquirem resiliência para superar as ameaças e aproveitar as oportunidades. Entende-se por território como “o limite espacial dentro do qual o Estado exerce de modo efetivo e exclusivo o poder de império sobre pessoas e bens” (Silva, 2001, p. 120). Também se pode definir território como “porção do espaço geográfico onde são projetadas relações de poder, que geram uma apropriação e um controle sobre este espaço, independentemente se ele é ou não territorializado por um ou mais agentes” (Magdaleno, 2005, p. 119). Gestão do território é a prática estratégica que faz uso das ferramentas científicas e tecnológicas, do poder controlador, nas escalas espacial e temporal, da coerência das decisões e ações para alcançar um objetivo e que expressa, equitativamente, a nova racionalidade e a tentativa de ordenar o caos. A gestão do território deve, necessariamente, passar pelo entendimento e interpretação dos fatores sociais, políticos, econômicos e, na atualidade, dos fatores ambientais, para uma postura equilibrada, sem relegar os aspectos fundamentais do lugar. Não se pode mais dissociar a natureza dos processos sociais e econômicos; essa dicotomia deve ser abolida (Tommaselli, 2012). Nesse sentido, a atuação da Embrapa tem sido direcionada, além da geração de soluções tecnológicas, à construção de subsídios para o planejamento e gestão territorial, a fim de melhorar a qualidade de vida no meio rural ou na relação rural-urbana. 
Observaçao: Demais autores: LIRA-GUEDES, A. C. (13º); GUEDES, M. C. (14º); FORATO, L. A. (15º).
ISBN: 978-85-7035-971-5.
Acessível em http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1090628 (ID_PAT: 21883)
20
Plano de Ação: 16.00.2.50.01.30  
Descrição: CERDEIRA, A. L.;  MORANDI, M. A. B.;  BARIZON, R. R. M.   Manejo responsável de produtos químicos.  In: PALHARES, J. C. P.; OLIVEIRA, V. B. V.; FREIRE JUNIOR, M.; CERDEIRA, A. L.; PRADO, H. A. do (Ed.). Consumo e produção responsáveis: contribuições da Embrapa. Brasília, DF: Embrapa, 2018. E-book. (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, 12). Cap. 5.     
Parceria/partes:  
Conteúdo: A meta 15.1 do 15º Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS 15) é, até 2020, “assegurar a conservação, recuperação e uso sustentável de ecossistemas terrestres e de água doce interiores e seus serviços, em especial florestas, zonas úmidas, montanhas e terras áridas, em conformidade com as obrigações decorrentes dos acordos”. Nesse ponto, o Brasil atingiu nos últimos anos um grande destaque no cenário agrícola internacional, consolidando-se como um dos maiores produtores de commodities agrícolas como soja, milho, café, açúcar, entre outras. Como efeito do modelo agrícola adotado pela maioria dos produtores e do aumento da área cultivada, o Brasil também se tornou um dos maiores consumidores de agrotóxicos do mundo, uma vez que no cenário atual esse insumo é imprescindível para o modelo de agricultura extensiva e com baixa biodiversidade no agroecossistema. 
Observaçao: ISBN: 978-85-7035-792-2.
Acessível em http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1090719 (ID_PAT: 21885)
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Plano de Ação: 16.00.2.50.01.30  
Descrição: ALARCAO, A. L. L.;  TUPINAMBA, D. D.;  DE STEFANI, E.;  MATSUURA, M. I. da S. F.;  SILVA, N. C. da;  MENEZES, R. A. de L.   Compras sustentáveis.  In: PALHARES, J. C. P.; OLIVEIRA, V. B. V.; FREIRE JUNIOR, M.; CERDEIRA, A. L.; PRADO, H. A. do (Ed.). Consumo e produção responsáveis: contribuições da Embrapa. Brasília, DF: Embrapa, 2018. E-book. (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, 12). Cap. 8.     
Parceria/partes: Embrapa Roraima (CPAF-Roraima),  ** (DENOMINAÇÃO ALTERADA) Embrapa Sede - Secretaria de Desenvolvimento Institucional (SDI),  Embrapa Sede - Diretoria Executiva de Gestão Institucional (DEGI) ,   
Conteúdo: Este capítulo está vinculado à meta 12.7 do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável 12 (ODS 12), que visa promover práticas de compras públicas sustentáveis de acordo com as políticas e prioridades nacionais. Essa meta está transversalmente relacionada com a questão do consumo sustentável, tratado no capítulo anterior. Nessa abordagem, porém, o foco é no uso do poder de compra que instituições governamentais têm para promover o desenvolvimento sustentável, por meio de licitações que não mais levam em consideração apenas o menor preço, mas produtos e serviços que causam menor impacto ao meio ambiente. A abordagem apresenta a contribuição da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para a consecução desta meta, seja quanto sua adesão aos mecanismos de compras sustentáveis, seja em relação às pesquisas que colaboram para o desenvolvimento de produtos sustentáveis. 
Observaçao: ISBN: 978-85-7035-792-2. Acessível em http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1090719  (ID_PAT: 21886)
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Plano de Ação: 16.00.2.50.01.30  
Descrição: CUADRA, S. V.;  HEINMANN, A. B.;  SANTOS, P. M.;  OLIVEIRA, P. P. A.;  KEMENES, A.;  GUIMARAES, L. J. M.;  PACKER, A. P. ;  RAMOS, N. P.;  SAMPAIO, F. G.;  NECHET, K. de L.;  ANDRADE, C. A. de;  BATISTA, E. R.   Resiliência e adaptação da agropecuária às mudanças climáticas.  In: CUADRA, S. V.; HEINEMANN, A. B.; BARIONI, L. G.; MOZZER, G. B.; BERGIER, I. (Ed.). Ação contra a mudança global do clima: contribuições da Embrapa. Brasília, DF: Embrapa, 2018. E-book. (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, 13). Cap. 3.     
Parceria/partes: **(DENOMINAÇÃO ALTERADA) Embrapa Informática Agropecuária (CNPTIA),  Embrapa Agrossilvipastoril (CPAMT),  Embrapa Arroz e Feijão (CNPAF),  Embrapa Clima Temperado (CPACT),  Embrapa Florestas (CNPF),  Embrapa Gado de Leite (CPNGL),  Embrapa Meio Norte (CPAMN),  Embrapa Milho e Sorgo (CNPMS),  Embrapa Pecuária Sudeste (CPPSE),  Embrapa Semiárido (CPATSA),   
Conteúdo: Do ponto de vista estratégico, será de extrema importância antever de que maneira os agroecossistemas atenderão ao aumento da demanda mundial por alimentos, fibras e energia de modo sustentável e em um contexto no qual a produtividade agrícola pode apresentar estagnação ou reduções associadas às mudanças climáticas (Challinor et al., 2014; Zhao et al., 2016). A variabilidade climática é responsável por aproximadamente um terço das oscilações da produtividade agrícola em todo o mundo (Ray et al., 2015). As mudanças climáticas devem, portanto, aumentar a variabilidade da produtividade agrícola, a qual poderá ser reduzida drasticamente ao longo da segunda metade deste século na ausência de medidas de adaptação e de mitigação das emissões de gases de efeito estufa (GEE). O 5º Relatório de Avaliação (AR5) do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) sugere que a produtividade do arroz tropical provavelmente diminuirá a uma taxa entre 1,3% e 3,5% para cada 1 ºC de aquecimento médio global (Porter et al., 2014). O aumento da temperatura média global poderá elevar a ocorrência de estresses térmicos e hídrico e, como consequência, diminuir a produtividade (Zhao et al., 2017). Estima-se que as mudanças climáticas já estejam reduzindo a produção agrícola global de 1% a 5% por década nos últimos 30 anos, e continuarão a representar desafios para a agricultura nas próximas décadas (Challinor et al., 2014, Porter et al., 2014). Portanto, as mudanças climáticas representam um risco muito elevado para a segurança alimentar sem medidas adequadas de mitigação e adaptação dos agroecossistemas no mundo e no Brasil (Magrin et al., 2014). O presente capítulo trata de como e Embrapa tem contribuído para meta 13.1 – Reforçar a resiliência e a capacidade de adaptação a riscos relacionados ao clima e às catástrofes naturais em todos os países. 
Observaçao: Demais autores: MAGALHÃES, C. A. de S. (7º); CAMARGO, L. S. de A. (8º); ANGELOTTI, F. (9º); PETRERE, V. G. (10º); ANDRADE, C. de L. T. (11º); PEREIRA, L. G. R. (12º), STEINMETZ, S. (13º); ...; HIGA, R. C. V. (15º); MONTEIRO, J. E. B. de A. (16º); ...; PELLEGRINO, G. Q. (22º).
ISBN: ISBN 978-85-7035-793-9.
Acessível em http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1090720 (ID_PAT: 21887)
23
Plano de Ação: 16.00.2.50.01.30  
Descrição: MADARI, B. E.;  CUADRA, S. V.;  OLIVEIRA, P. P. A.;  HIGA, R. C. V.;  RAMOS, N. P.;  ANDRADE, C. A. de;  KEMENES, A.;  GONDIM, R. S.   O papel da agricultura na mitigação das emissões de gases de efeito estufa.  In: CUADRA, S. V.; HEINEMANN, A. B.; BARIONI, L. G.; MOZZER, G. B.; BERGIER, I. (Ed.). Ação contra a mudança global do clima: contribuições da Embrapa. Brasília, DF: Embrapa, 2018. E-book. (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, 13). Cap. 5.     
Parceria/partes: Embrapa Agroindústria Tropical (CNPAT),  Embrapa Arroz e Feijão (CNPAF),  Embrapa Clima Temperado (CPACT),  Embrapa Florestas (CNPF),  Embrapa Meio Norte (CPAMN),  Embrapa Pecuária Sudeste (CPPSE),   
Conteúdo: A agropecuária não deverá ser apenas afetada pelas mudanças climáticas, mas desempenhará papel central na redução das emissões dos gases de efeito estufa (GEE) e, consequentemente, na atenuação dos impactos da mudança do clima. As ações mitigadoras indicadas para agropecuária também consistem em importantes ações de adaptação às mudanças climáticas, uma vez que o aumento do sequestro de carbono depende fundamentalmente da diminuição das perdas de nutrientes nos agroecossistemas e do aumento do estoque de carbono nos solos e no componente arbóreo (Oliveira et al., 2014), os quais contribuem para manter altos índices de produtividade e melhor aproveitamento dos recursos naturais, especialmente solo e água. A mitigação das emissões reflete em balanços de GEE mais favoráveis nos agroecossistemas, os quais podem eventualmente se comportar como sistemas neutros ou até sumidouros de GEE, em que a redução das emissões de GEE e o aumento do sequestro de carbono, principalmente do carbono orgânico, são um dos objetivos principais na transição para uma produção agropecuária de baixa emissão de carbono. 
Observaçao: ISBN: ISBN 978-85-7035-793-9.
Acessível em http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1090720 (ID_PAT: 21901)
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Plano de Ação: 16.00.2.50.01.30  
Descrição: SILVA, C. A. da;  FOGACA, F. H. dos S.;  HISANO, H.;  LEGAT, A. P.;  LEGAT, J. F. A.;  PEREIRA, A. M. L.;  MARIA, A. N.;  CARNEIRO, P. C. F.;  PAIVA, S. R.   Uso sustentável dos mares para soberania alimentar.  In: FOGACA, F. H. dos S.; FURTADO, A. A. L.; SILVA, C. A. da; TAVARES-DIAS, M.; ROUTLEDGE, E. A. B. (Ed.). Vida na água: contribuições da Embrapa. Brasília, DF: Embrapa, 2018. E-book. (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, 14). Cap. 4.     
Parceria/partes: Embrapa Agroindústria de Alimentos (CTAA),  Embrapa Meio Norte (CPAMN),  Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Cenargen),  Embrapa Tabuleiros Costeiros (CPATC),   
Conteúdo: Os mares e oceanos contribuem para a soberania alimentar das nações por meio da pesca e aquicultura, e também para a manutenção das fontes de água doce e do clima da Terra. Há uma crescente demanda por pescado para a alimentação humana na maioria dos países produtores (FAO, 2016), sendo que estimativas da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) indicam que a demanda global por esses produtos irá aumentar em 70% nos próximos 30 anos. Hoje, a maior parcela desta demanda (71%) é suprida pelos estoques naturais capturados, em que a aquicultura desponta como uma atividade com potencial para fornecer pescado em longo prazo e com sustentabilidade (Boletim de Estudos & Pesquisas, 2015). À medida que a população humana mundial continuar a expandir-se para além de 8 bilhões, a dependência da produção aquícola como uma importante fonte de proteína também aumentará. A produção aquícola mundial de peixes mais que dobrou, passando de 32,4 milhões de toneladas em 2000 para 73,8 milhões em 2014. O Brasil ocupa a 14ª posição no ranking mundial, com um total de 562.500 toneladas de pescado (1,1% do total mundial) sendo 474.300 toneladas de peixes de água doce, 65.100 toneladas de crustáceos e 22.100 toneladas de moluscos (FAO, 2016). A maricultura brasileira é concentrada em camarões e moluscos, entretanto, pode-se desenvolver a piscicultura marinha por causa de seus enormes recursos naturais ambientais e condições climáticas adequadas (Schwarz et al., 2007; Cavalli; Hamilton, 2009; Cavalli et al., 2011; Collaço et al., 2015), principalmente considerando que o Brasil dispõe de uma vasta costa marítima, com mais de 8.500 km de extensão e grandes áreas de estuário, que se aproximam de 2,5 milhões de hectares (Barroso et al., 2007). Nesse sentido, a Embrapa, juntamente com parceiros, vem desenvolvendo projetos voltados para aumentar o conhecimento científico, desenvolver capacidades de pesquisa e transferir tecnologias marinhas, a fim de melhorar a contribuição da biodiversidade marinha para o desenvolvimento do País, sendo que os resultados aqui descritos poderão ser replicados em países com condições ambientais semelhantes dentro da América Latina (meta 14.a). Neste capítulo serão descritas ações, projetos e resultados de pesquisas voltadas ao desenvolvimento e à sustentabilidade da aquicultura, com vistas ao desenvolvimento econômico e social do Brasil (meta 14.7). 
Observaçao: ISBN: 978-85-7035-794-6.
Acessível em http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1090716 (ID_PAT: 21902)
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Plano de Ação: 16.00.2.50.01.30  
Descrição: MELO, P. E. de;  CURY, C.;  FIGUEIREDO, S. S. de S.;  VILELA FILHO, O.;  REIFSCHNEIDER, F. J. B.;  NASS, L. L.;  DUARTE, P. de C.;  NUTTI, M. R.;  LINS, M. C.;  BUENO, A. M. C.;  VALADARES, R. N.;  GOIS, S. L. L. de   Agregando forças, reunindo competências: parcerias para o desenvolvimento sustentável.  In: GOIS, S. L. L. de; PEREIRA, M. de A.; MELO, P. E. de; TAVARES, S. C. C. de H.; DRUMOND, P. M. (Ed.). Parcerias e meios de implementação: contribuições da Embrapa. Brasília, DF: Embrapa, 2018. E-book. (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, 17). Cap. 5.     
Parceria/partes: Embrapa Agroindústria de Alimentos (CTAA),  Embrapa Gado de Corte (CNPGC),  Embrapa Meio Norte (CPAMN),  Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Cenargen),  Embrapa Solos (CNPS),  Embrapa Sede - Secretaria de Inovação e Negócios (SIN),  Embrapa Sede - Secretaria de Inteligência e Relações Estratégicas (SIRE),  Embrapa Sede - Secretaria de Pesquisa e Desenvolvimento (SPD),   
Conteúdo: As parcerias multissetoriais, pelo potencial que apresentam para alavancar o desenvolvimento, receberam atenção especial no âmbito do Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 17, em que estão incluídas, entre as questões sistêmicas, duas metas especificamente dirigidas à celebração de parcerias: Meta 17.16 – Reforçar a parceria global para o desenvolvimento sustentável, complementada por parcerias multissetoriais que mobilizem e compartilhem conhecimento, expertise, tecnologia e recursos financeiros, para apoiar a realização dos objetivos do desenvolvimento sustentável em todos os países, em particular nos países em desenvolvimento. Meta 17.17 – Incentivar e promover parcerias públicas, público-privadas e com a sociedade civil eficazes, a partir da experiência de estratégias de mobilização de recursos dessas parcerias. Ainda que envolvam temas específicos distintos, ambas as metas têm como cerne a mobilização de recursos e o compartilhamento e uso de conhecimentos e experiências. Se, por um lado, os recursos são essenciais para a realização de quaisquer ações, por outro, é o compartilhamento e uso do estoque de conhecimentos e experiências que permitirá uma jornada mais eficaz rumo ao alcance dos ODS. Não se trata somente de replicar modelos bem-sucedidos de cooperação, mas de utilizar o conhecimento adquirido no dia a dia das parcerias para adaptar boas estratégias a novas demandas e geografias e, onde não for possível, ir além: criar modelos inovadores que guardem em si os elementos-chave de sucesso identificados nas experiências prévias. Neste capítulo, são apresentadas algumas parcerias multissetoriais em que a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) participa. Não é intenção inventariar aqui todas as parcerias estabelecidas pela Empresa, tampouco descrever os muitos e relevantes resultados obtidos, mas sim destacar algumas estratégias de cooperação bem-sucedidas. Assim, procura-se indicar alguns caminhos e possibilidades que possam servir de inspiração e estímulo a instituições similares à Embrapa. 
Observaçao: Demais autores: SOUZA, B. de A. (13º); ALMEIDA, J. S. S. E. (14º); SCARIOT, A. (15º); FRANÇOZO, M. A. S. (16º); PEREIRA, M. de A. (17º); CHIESSE, A. (18º); TAVARES, S. C. C. de H. (19º).
ISBN: 978-85-7035-797-7.
Acessível em http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1090718 (ID_PAT: 21904)
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Plano de Ação: 16.00.2.50.01.30  
Descrição: AQUINO, A. M. de;  COSTA, P. da;  PESSOA, M. C. P. Y.;  HELLO, F. A.;  FERREIRA, V. M.;  COSTA, J. R. da   Educação inclusiva no campo.  In: COSTA, J. R.; COSTA, P. DA; HAMMES, V. S.; AQUINO, A. M. (Ed.). Educação de qualidade: contribuições da Embrapa. Brasília, DF: Embrapa, 2018. E-book. E-book. (Série: Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, 4). Cap. 5.     
Parceria/partes: Embrapa Agrobiologia (CNPAB),  Embrapa Amazônia Ocidental (CPAA),  Embrapa Roraima (CPAF-Roraima),  Embrapa Sede - Secretaria de Inovação e Negócios (SIN),   
Conteúdo: O presente e-book aborda o desenvolvimento das capacidades humanas, em âmbito do agronegócio e da agricultura familiar, e está especialmente alinhado ao ODS 4 (Educação de Qualidade), que visa assegurar a educação inclusiva e equitativa e de qualidade e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos. 
Observaçao: ISBN: 978-85-7035-4.
Acessível em http://www.alice.cnptia.embrapa.br/alice/handle/doc/1090705 (ID_PAT: 21977)
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