PAT 2019 - Relatório Institucional
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Plano de Ação: 01.12.01.001.03.04  
Descrição: BARIZON, R. R. M.;  PEREIRA, S. E. M.;  QUEIROZ, S. C. N. de   Reformulação do programa da CETESB de monitoramento de agrotóxicos em água: novos critérios para o monitoramento de agrotóxicos.   2019. [Relatório Institucional - Apoio a Políticas Públicas]. Documento depositado no Repositório Digital PAT 2019, na Embrapa Meio Ambiente.     
Parceria/partes: CETESB - Companhia Ambiental do Estado de São Paulo,   
Conteúdo: Reformulação do programa da CETESB de monitoramento de agrotóxicos em água com inclusão de novas moléculas e novos procedimentos de coleta. Como resultado desta iniciativa foram estabelecidos novos critérios para o monitoramento de agrotóxicos em corpos d’água no estado de São Paulo, uma vez que os procedimentos adotados até então mostravam-se defasados e insuficientes para o adequado diagnóstico da qualidade das águas no estado. Com esta atualização será possível ter uma melhor compreensão de eventuais cenários de contaminação e subsidiar a tomada de decisão para a melhoria das práticas agrícolas, contribuindo para a sustentabilidade da atividade agropecuária na região. 
Observaçao: Documentado em planilha eletrônica depositada em \\pc11183\ndi\PAT_Repositorio_Digital\PAT2019\Objeto_RelatorioInstitucional (ID_PAT: 24493)
2
Plano de Ação: 16.00.2.50.01.16  
Descrição: LIMA, M. A. de   Refinamento 2019 dos Inventários Nacionais de Gases de Efeito Estufa do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC).  2019. [Relatório Institucional - Apoio a Políticas Públicas]. Documento depositado no Repositório Digital PAT 2019, na Embrapa Meio Ambiente.     
Parceria/partes: IPCC - Intergovernmental Panel on Climate Change,   
Conteúdo: No ano de 2019, foram realizadas revisões pelos autores no texto do relatório “Refinement’2019”, e uma nova versão foi gerada para o Capítulo 10 (Enteric Fermentation). Na 49ª Seção do Painel Intergovernamental sobre Mudança do Clima - IPCC (IPCC-49), realizada em 8 a 12 de maio em Kyoto, Japão, o relatório completo foi aceito e considerado para ser adotado pelo IPCC. 
Observaçao: Documentado em planilha eletrônica depositada em \\pc11183\ndi\PAT_Repositorio_Digital\PAT2019\Objeto_RelatorioInstitucional  (ID_PAT: 24489)
3
Plano de Ação: 16.00.2.50.01.16  
Descrição: PIRES, A. M. M.;  ANDRADE, C. A. de;  LIGO, M. A. V.;  LUIZ, A. J. B.;  ALMEIDA, E. G. de;  LANA, J. T. de O.;  PAZIANOTTO, R. A. A. ;  NOGUEIRA, S. F.;  PACKER, A. P. ;  VICENTE, L. E.;  RAMOS, N. P.;  MATSUURA, M. I. da S. F.   Inventários Nacionais de Gases de Efeito Estufa: estimativa de emissão decorrentes do tratamento e disposição de resíduos e da queima de resíduos agrícolas.  2019. [Relatório Institucional - Apoio a Políticas Públicas]. Documento depositado no Repositório Digital PAT 2019, na Embrapa Meio Ambiente.      
Parceria/partes: MCTI - Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação,   
Conteúdo: Estimativa das emissões de gases do efeito estufa decorrentes do tratamento e disposição de resíduos e da queima de resíduos agrícolas, calculadas a partir das indicações metodológicas do IPCC (2006). Estas estimativas serão as oficiais brasileiras para o setor de Resíduos e irão compor a 4a. Comunicação Nacional de Emissões de Gases de Efeito Estufa (PNUD - MCTIC), sendo:
- PIRES, A. M. M.; ANDRADE, C. A. de; LIGO, M. A. V.; LUIZ, A. J. B.; ALMEIDA, E. G. de; LANA, J. T. de O.; PAZIANOTTO, R. A. A.; NOGUEIRA, S. F.: Estimar as emissões de gases do efeito estufa decorrentes do tratamento e disposição de resíduos, calculadas a partir das indicações metodológicas do IPCC (2006). Estas estimativas serão as oficiais brasileiras para o setor de Resíduos e irão compor a 4a.Comunicação Nacional de Emissões de Gases de Efeito Estufa (PNUD - MCTIC).
- VICENTE, L. E.; RAMOS, N. P.; FOLEGATTI-MATSUURA, M. I. S: Estimar as emissões de gases do efeito estufa decorrentes da queima de resíduos agrícolas, calculadas a partir das indicações metodológicas do IPCC (2006). Estas estimativas serão as oficiais brasileiras para o setor de Resíduos e irão compor a 4a.Comunicação Nacional de Emissões de Gases de Efeito Estufa (PNUD - MCTIC).    
Observaçao: Documentado em planilha eletrônica depositada em \\pc11183\ndi\PAT_Repositorio_Digital\PAT2019\Objeto_RelatorioInstitucional (ID_PAT: 24490)
4
Plano de Ação: 16.00.2.50.01.16  
Descrição: PACKER, A. P. ;  HERMES, L. C.   Programa Água Doce: contribuições da Embrapa Meio Ambiente.  2019. [Relatório Institucional - Apoio a Políticas Públicas]. Documento depositado no Repositório Digital PAT 2019, na Embrapa Meio Ambiente.     
Parceria/partes: Embrapa Semiárido (CPATSA),  MMA - Ministério do Meio Ambiente,  Tribunal de Contas da União (TCU),   
Conteúdo: A Embrapa Meio Ambiente faz parte da equipe do Programa Água Doce (PAD) desde seu início.m 2004. O PAD foi concebido e elaborado de forma participativa, unindo a participação social, proteção ambiental, envolvimento institucional e gestão comunitária local. Integra várias metodologias que, como um processo estão sujeitas a melhorias contínuas com contribuições técnicas constantes de suas várias instâncias , em decorrência principalmente da observação a campo sobre a realidade e demandas locais. As primeiras iniciativas foram a respeito de caracterização de comunidades nos aspectos sociais e ambientais em relação ao acesso à água. Metodologia proposta pela Embrapa Meio Ambiente, utilizada para priorizar comunidades de maior vulnerabilidade quanto ao acesso à água de boa qualidade. Também iniciou as primeiras avaliações com sistemas produtivos integrados e modulares, para que a água salobra de efluente do sistema de dessalinização, considerada um rejeito, fosse utilizada como recurso na produção de plantas halófitas e outras tolerantes aos sais, podendo gerar trabalho e renda ao pequeno produtor. Estes trabalhos foram realizados em parceria com a Embrapa Semiárido do Tribunal de Contas da União como Medida de Adaptação às Mudanças Climáticas. Quanto aos resultados obtidos pelo Programa desde o início de sua implementação, foram diagnosticadas 3.378 comunidades, em 270 dos municípios mais críticos da região semiárida brasileira. Também foram capacitados cerca de 2000 operadores dos sistemas de dessalinização. São 651 sistemas de dessalinização implantados e fornecendo água de qualidade nos seguintes estados: 239 sistemas no Ceará, 50 sistemas na Paraíba, 29 sistemas em Sergipe, 17 sistemas no Piauí, 69 sistemas no Rio Grande do Norte, 55 sistemas em Alagoas e 192 sistemas na Bahia. Os estados de Minas Gerais, Maranhão e Pernambuco estão na fase de diagnóstico. Os sistemas de dessalinização implantados até o momento possuem capacidade instalada para produzir cerca de 2,5 milhões de litros de água potável por dia e beneficiar aproximadamente 250 mil pessoas. Como perspectivas para 2019 há o desafio de avançar na utilização de Energia Solar para alimentar os sistemas de dessalinização implantados pelo programa, a exemplo do projeto piloto de energia solar fotovoltaica implantado no município de João Câmara, Rio Grande do Norte. Foram realizados projetos para implantação de Unidades de Transferencia de tecnologia no tema agricultura biossalina. Neste mesmo contexto estará sendo publicado na Série Documentos da Embrapa o trabalho Agricultura Biossalina: Desafios e Alternativas para o Uso de Águas Salobras e Salinas no Semiárido Brasileiro. 
Observaçao: Documentado em planilha eletrônica depositada em \\pc11183\ndi\PAT_Repositorio_Digital\PAT2019\Objeto_RelatorioInstitucional (ID_PAT: 24494)
5
Plano de Ação: 16.00.2.50.01.16  
Descrição: PACKER, A. P. ;  ANDRADE, C. A. de;  RAMOS, N. P.;  MATSUURA, M. I. da S. F.;  LIMA, M. A. de;  FRIGHETTO, R. T. S.;  LUIZ, A. J. B.;  SAMPAIO, F. G.;  CABRAL, O. M. R.;  MANZATTO, C. V.;  ARAUJO, L. S. de;  VICENTE, L. E.   Plano ABC - Agricultura de Baixa Emissão de Carbono: contribuições da Embrapa Meio Ambiente.  2019. [Relatório Institucional - Apoio a Políticas Públicas]. Documento depositado no Repositório Digital PAT 2019, na Embrapa Meio Ambiente.      
Parceria/partes: MAPA - Ministério da Agricultura e Pecuária,   
Conteúdo: - PACKER, A. P. C.; ANDRADE, C. A.; RAMOS, N. P.; FOLEGATTI-MATSUURA, M. I. S.: A iniciativa irá identificar e compilar os fatores de emissão de GEE da AGRICULTURA e Pecuária para posterior publicação de uma coletânea de dados, reunindo o maior número de informações nacionais sobre o tema para dar suporte e segurança científica às políticas públicas de fomento para uma agricultura sustentável. [Coleta de Informações sobre Coeficientes de Emissão de GEE na agricultura brasileira]
- LIMA, M. A.; FRIGHETTO, R. T. S.; LUIZ, A. J. B.: Foram obtidos fluxos sazonais de metano, em g CH4-1 m-2 estação de crescimento-1, a partir dos quais foram calculados os fatores de emissão, para cultivo de arroz irrigado por inundação, sob sistema de manejo de água contínuo e intermitente, em Pindamonhangaba, e sob manejo de água contínuo em sistema pré-germinado em Itajaí, Pindamonhangaba, SP e Tremembé, SP.
- PACKER, A. P. C.; SAMPAIO, F. G.; BETTANIN, V. C.: Para estimar o balanço de GEE em uma área alagada é necessário determinar o fluxo, que por definição é a massa de GEE trocada na camada limite em função de uma área e intervalo de tempo conhecidos. A determinação do fluxo visa quantificar os índices de emissão ou consumo de cada GEE associados às áreas de cultivo. Considerando que reservatórios têm a capacidade de emitir ou consumir naturalmente os GEE, é necessário determinar o fluxo em áreas sem cultivo para calcular o balanço específico de GEE associado a produção ou ao ambiente natural. Diferentes fatores podem ocasionar a produção de GEE nos reservatórios e a compreensão da dinâmica dos gases nos ambientes de produção pode permitir melhoras no manejo, tornando a produção mais sustentável e eficiente.
- CABRAL, O. M. R.; PACKER, A. P. C.; ANDRADE, C. A.; RAMOS, N. P.: Os balanços de CO2 obtidos indicaram que a fixação de carbono pela plantação foi capaz de neutralizar as emissões, mesmo considerando-se a remoção dos colmos nas colheitas além da decomposição parcial da palha depositada após a primeira colheita.
- PACKER, A. P. C.; ANDRADE, C. A.; RAMOS, N. P.: A sustentabilidade da produção de bioenergia está em reduzir as emissões de GEE a partir da produção agrícola da matéria prima. As emissões de N2O dos solos são fortemente influenciadas pelo uso de fertilizantes nitrogenados e as contribuições de informações de países tropicais das possíveis emissões de N2O dos solos com presença de resíduos de palha e de aplicação de fertilizantes são escassos na literatura. Aplicar nitrato de amônio sem a presença de grande quantidade de palha na linha de adubação (exemplo, aplicar o fertilizante após enleiramento da palha) é estratégia de mitigação dos gases de efeito estufa.
- PACKER, A. P. C.; SAMPAIO, F. G.; BETTANIN, V. C.: A malacocultura, que compreende a criação de ostras, mexilhões e vieiras, é uma atividade produtiva que contribui grandemente com a segurança alimentar e desenvolvimento econômico podendo atender às crescentes demandas por proteína animal em sistemas sustentáveis de produção. Os constantes questionamentos quando aos impactos dos sistemas de produção animal no balanço de gases de efeito estufa (GEE) exigem maiores conhecimentos quanto à dinâmica de emissões e remoções de diversas cadeias produtivas. A malacocultura, porém, é uma cadeia produtiva pouco estudada quanto à pegada de carbono, sendo suas emissões de GEE mundialmente desconhecidas, dificultando a compreensão do balanço e a comparação em relação às outras cadeias produtoras de proteína animal.
- PACKER, A. P. C.; RAMOS, N. P.; FOLEGATTI-MATSUURA, M. I. S.: A queima de resíduos agrícolas em escala mundial, tem fundamentos ligados a cultura regional característica para cada país, variando em função da cultura agrícola e do sistema de manejo. No Brasil, a queima de resíduos agrícolas ainda ocorre, principalmente, na cultura de cana-de-açúcar. A implementação do protocolo Agroambiental do Estado de São Paulo, maior produtor de cana-de-açúcar do Brasil, impulsionou a diminuição da área queimada em 73 % nos últimos 10 anos. Com a redução de 5,1 milhões de hectares em 2006 para 1,3 milhões de hectares em 2016.
- MANZATTO, C. V.; ARAUJO, L. S. de; SAMPAIO, F. G.; VICENTE, L. E.: Foi elaborada nova estimativa parcial sob a adoção das Tecnologias ABC que será publicada pela Embrapa (em fase de submissão). Foi elaborada um modelo de Medição, Relato e Verificação (MRV) e validado através de tese de Mestrado defendida na Escola de Economia da FGV-SP, que deverá ser utilizada como metodologia para a comprovação das NDCs brasileiras, através do Projeto Rural sustentável II. Publicação sobre o método MRV foi submetido no CLP da Embrapa Meio Ambiente Participamos do desenvolvimento de estudos com o LAPIG/UFG para o desenvolvimento de metodologia para quantificação da evolução da recuperação de pastagens.
- MANZATTO, C. V.; SAMPAIO, F. G.; ARAUJO, L. S. de, VICENTE, L. E.: Ao longo de 2019, participamos da Reunião do Comitê Gestor da Plataforma ABC, que foi extinta pelo governo e aguarda definição do MAPA sob sua reconstituição. Foi elaborada nova estimativa parcial sob a adoção das Tecnologias ABC que será publicada pela Embrapa (em fase de submissão). Foi elaborada um modelo de Medição, Relato e Verificação (MRV) e validado através de tese de Mestrado defendida na Escola de Economia da FGV-SP, que deverá ser utilizada como metodologia para a comprovação das NDCs brasileiras, através do Projeto Rural sustentável II. Publicação sobre o método MRV foi submetido no CLP da Embrapa Meio Ambiente Participamos do desenvolvimento de estudos com o LAPIG/UFG para o desenvolvimento de metodologia para quantificação da evolução da recuperação de pastagens. 
Observaçao: Demais participantes: BETTANIN, V. C. (13º).
Os participantes foram cadastrados na sequência em que aparecem na planilha de referência.
Documentado em planilha eletrônica depositada em \\pc11183\ndi\PAT_Repositorio_Digital\PAT2019\Objeto_RelatorioInstitucional (ID_PAT: 24495)
6
Plano de Ação: 33.17.00.060.00.01  
Descrição: MATSUURA, M. I. da S. F.;  MORANDI, M. A. B.;  RAMOS, N. P.;  PIGHINELLI, A. L. M. T.;  SILVA, G. B. S. da;  NOVAES, R. M. L.   RenovaBio: aprimoramento da RenovaCalc.  2019. [Relatório Institucional - Apoio a Políticas Públicas]. Documento depositado no Repositório Digital PAT 2019, na Embrapa Meio Ambiente.     
Parceria/partes: MME - Ministério de Minas e Energia,   
Conteúdo: Apoio à ANP e ao MME nos aprimoramentos da RenovaCalc; Reuniões regulares com a ANP e MME, com atendimento a questões técnicas e melhorias na RenovaCalc. 
Observaçao: Documentado em planilha eletrônica depositada em \\pc11183\ndi\PAT_Repositorio_Digital\PAT2019\Objeto_RelatorioInstitucional (ID_PAT: 24491)
7
Plano de Ação: 44.14.12.001.00.01  
Descrição: CALEGARIO, F. F.   Normas Técnicas Específicas para a Produção Integrada de Morango – NTEPIMo, versão 2019.  2019. [Relatório Institucional - Apoio a Políticas Públicas]. Documento depositado no Repositório Digital PAT 2019, na Embrapa Meio Ambiente.     
Parceria/partes: MAPA - Ministério da Agricultura e Pecuária,   
Conteúdo: Duas demandas específicas do setor produtivo foram tratadas na atualização das NTEPIMo. Uma delas, oriunda do Sul de Minas Gerais, estava relacionada ao item 4 (Material propagativo) e a outra, oriunda do Paraná, estava relacionada à demanda por certificação de morangos liofilizados. Aguarda-se a avaliação e homologação, com posterior publicação no Diário Oficial da União. 
Observaçao: Documentado em planilha eletrônica depositada em \\pc11183\ndi\PAT_Repositorio_Digital\PAT2019\Objeto_RelatorioInstitucional (ID_PAT: 24492)
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