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| Plano de Ação: | ..... |
| Descrição: | MENEZES, C. Desenvolvimento colonial em abelhas nativas sem ferrão amazônicas (Apidae: Meliponini): tamanho populacional, nutrição e alocação fenotípica. Aluna: Kamila Leão Leão. Tese (Doutorado em Ecologia, Ecologia) - Universidade Federal do Pará; Embrapa Amazônia Oriental, Belém, PA. Coorientador: Cristiano Menezes. 2019. 103 f. |
| Parceria/partes: | Embrapa Amazônia Oriental (CPATU), UFPA - Universidade Federal do Pará, |
| Conteúdo: | Resumo: Os meliponíneos ou abelhas sem ferrão compreendem um diverso e abundante grupo de abelhas eusociais, que vivem em colônias perenes e apresentam uma ampla variação quanto às características comportamentais. O objetivo geral desta tese é entender alguns padrões populacionais e de desenvolvimento das espécies de abelhas sem ferrão amazônicas. Na Seção I, avaliamos o tamanho da população em abelhas sem ferrão com o objetivo de determinar o tamanho da colônia de cinco espécies de abelhas sem ferrão amazônicas e entender como outras características da colônia se relacionam com o tamanho da população. Encontramos uma média de população adulta de 1046.00 em Melipona flavolineata, 592.75 em Melipona fasciculata, 7404.00 em Scaptotrigona aff. postica, 2425.33 em Frieseomelitta longipes e 404.75 em Plebeia minima. A atividade externa foi a variável que melhor explicou o tamanho da população. Na Seção II investigamos a longevidade de operárias de abelhas sem ferrão alimentadas com dieta à base de soja. Nosso objetivo foi comparar o efeito de uma dieta semiartificial à base de soja versus uma dieta natural sobre a longevidade de operárias adultas de duas espécies de abelhas sem ferrão. Encontramos uma maior longevidade nas operárias que consumiram apenas pólen em comparação com aquelas que consumiram a dieta à base de soja para as duas espécies estudada. Por fim, Na Seção III avaliamos a alocação fenotípica nas abelhas sem ferrão. Nesse trabalho investigamos a alocação fenotípica como resposta a variações climáticas e ambientais, usando como modelo de estudo a abelha sem ferrão Melipona fasciculata Smith, 1854. Nossos resultados revelam que a alocação fenotípica em M. fasciculata está fortemente associada a variação climática (estação) e não a qualidade do ambiente (local). A produção de rainhas virgens foi influenciada pela estação e ano (sendo maior na estação seca), mas não pelo local. A producão de machos foi explicada pela variáveis estação e local, contudo, sem apresentar diferença significativa. E a estação e o ano de coleta exerceram influência sobre a porcentagem de operarias produzidas, apresentando diferença entre anos. Acreditamos que esta tese contribui para o maior entendimento da história natural das abelhas sem ferrão e para o fortalecimento da meliponicultura na região amazônica. |
| Observaçao: | Acessível em ... [ainda não acessível]. Pendência: código SEG associado. (ID_PAT: 24546) |
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| Plano de Ação: | ..... |
| Descrição: | MENEZES, C. História natural de abelhas nativas sem ferrão (Apidae, Meliponini): biologia reprodutiva, tendências macroevolutivas e genética de populações. Aluna: Jamille Costa Veiga. Tese (Doutorado em Ecologia, Ecologia) - Universidade Federal do Pará, Belém, PA. Coorientador: Cristiano Menezes. 2019. 170 f. |
| Parceria/partes: | UFPA - Universidade Federal do Pará, |
| Conteúdo: | Resumo: As abelhas sem ferrão (Tribo Meliponini) - importantes polinizadores nas regiões tropicais - estão sob ameaça devido à perda de hábitat e mudanças climáticas. O uso sustentável dessas abelhas pode ser uma potente ferramenta para conservá-las, porém grandes lacunas sobre a sua biologia básica ainda constituem entraves a essa estratégia. O objetivo da presente tese foi investigar a história natural de abelhas nativas sem ferrão, com ênfase em biologia reprodutiva, tendências macroevolutivas e genética de populações. Na primeira seção, estudamos o ciclo de vida dos machos adultos, a morfologia da sua cápsula genital, e as lesões de cópula em rainhas acasaladas. Nossos resultados lançam luz sobre os comportamentos pré-acasalamento de machos, e sobre fenômenos atípicos associados, a exemplo do dimorfismo de cor entre os machos de Melipona flavolineata; a ocorrência de lesões de cópula em seis dentre sete espécie de abelhas sem ferrão Neotropicais (M. flavolineata, M. melanoventer, M. seminigra, Frieseomelitta longipes, Scaptotrigona aff. postica e Plebeia minima), a presença de plugues copulatórios permanentes em rainhas de M. fasciculata; e a possibilidade de acasalamentos múltiplos facultativos em M. seminigra. Na segunda seção, objetivamos reconstruir o estado ancestral do tamanho de colônias em Meliponini, e testar sua correlação evolutiva com outros atributos, como tamanho corporal e longevidade de operárias, dimorfismo de castas, arquitetura de ninho e hábitos de nidificação. Nossos resultados sugerem que a variabilidade no tamanho das colônias de Meliponini está relacionada a uma flexibilidade em perder e ganhar complexidade social, e que essa variação pode moldar sua organização social (e. g. o tamanho de colônias apresentou associação negativa com a qualidade de operárias, e relação positiva com o dimorfismo de castas). Nossas resultados também sugerem que a eussocialidade era um atributo já presente nos ancestrais de Meliponini. Na terceira seção, investigamos como as populações da abelha Jandaíra, M. subnitida - um polinizador que enfrenta condições extremas de seca e temperatura - respondem à perda de hábitat e mudanças climáticas, revelando uma redução no seu fluxo gênico associada à perda de habitat; e ainda, uma distribuição heterogênea da sua variabilidade genômica adaptativa, indicando adaptações locais. Considerados em conjunto, nossos estudos convergem para uma maior compreensão da história natural das abelhas nativas sem ferrão, avançando demandas de conhecimento para seu uso sustentável e conservação. |
| Observaçao: | Acessível em ... [ainda não acessível]. Pendência: código SEG associado. (ID_PAT: 24547) |
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| Plano de Ação: | ..... |
| Descrição: | MENDES, R. Identificação de bactérias promotoras de crescimento de trigo e seu impacto na comunidade bacteriana da rizosfera. Aluna: Fernanda de Almeida Godoy. Dissertação (Mestrado em Ciências, Microbiologia Agrícola) - Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (ESALQ-USP), Piracicaba, SP. Orientador: Rodrigo Mendes. 2020. 103 p. |
| Parceria/partes: | ESALQ - Escola Superior de Agricultura "Luiz de Queiroz", |
| Conteúdo: | Resumo: Os microrganismos na rizosfera podem operar diretamente em benefício da planta através de funções como defesa, saúde e promoção do crescimento, e o uso desses microrganismos como inoculantes representam uma alternativa viável para uma produção agrícola mais sustentável e equilibrada sem diminuir os níveis de produção e tecnológicos já alcançados. Neste trabalho foram isoladas e caracterizadas 71 bactérias da rizosfera de cultivares modernos e variedades crioulas de trigo. Os isolados foram caracterizados através do sequenciamento do gene 16S rRNA e selecionados após testes bioquímicos de produção de ácido-indol acético, solubilização de fosfato, fixação de nitrogênio e antagonismo contra fungos patógenos de doenças de solo. Além de estimar a contribuição destes microrganismos selecionados na promoção de crescimento de trigo em bioensaios, buscou-se avaliar o impacto da inoculação na comunidade bacteriana da rizosfera. O efeito dos isolados na planta foi verificado em experimento em casa de vegetação, com 11 tratamentos, utilizando-se três genótipos comerciais de trigo que foram avaliados quanto à altura, diâmetro, quantidade de clorofila, peso seco e fresco da raiz e parte aérea e análise das enzimas FDA, β-glicosidase e fosfatase para mensurar a atividade microbiana no solo. Além do tratamento na semente, foram realizadas inoculações quinzenais e amostragens de solo rizosférico ao longo de todo experimento, antes e depois de cada inoculação bacteriana. Foi possível observar uma promoção de crescimento especialmente em plantas inoculadas com bactérias dos gêneros Lysinibacillus e Pseudomonas na cultivar BRS Parrudo, e na cultivar BRS Reponte o tratamento com o consórcio de todos isolados testados no bioensaio foi o mais eficiente, indicando que a interação benéfica é cultivar-dependente. Além disso, a análise multivariada permutacional dos dados de 16S rRNA das amostras de solo indicou que existe uma alteraçãosignificativa na estrutura da comunidade bacteriana da rizosfera ao longo do desenvolvimento da planta a qual também é impactda pela inoculação. O inoculante se estabelece mais facilmente nos primeiros estádios de desenvolvimento da planta hospedeira e sua abundância relativa diminui gradualmente dias após a inoculação. Os resultados fornecem conclusões sobre a influência do genótipo na resposta da planta e sugere que o desenvolvimento de inoculantes deve ser cultivar específico. |
| Observaçao: | DOI: https://doi.org/10.11606/D.11.2020.tde-18052020-141913 (ID_PAT: 25503) |
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| Plano de Ação: | ..... |
| Descrição: | BETTIOL, W.; MENDES, R. Dinâmica da comunidade bacteriana da rizosfera de trigo durante a infecção por Bipolaris sorokiniana. Aluna: Mírian Rabelo de Faria. Tese (Doutorado em Agronomia, Proteção de Plantas) - Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho”, Botucatu, SP. Orientador: Wagner Bettiol. Coorientador: Rodrigo Mendes. 2020. 114 p. |
| Parceria/partes: | UNESP - Universidade Estadual Paulista Julio de Mesquita Filho, |
| Conteúdo: | Resumo: A comunidade microbiana da rizosfera desempenha várias funções, dentre elas a proteção de plantas. Abordagens sustentáveis vêm sendo exploradas utilizando o uso do microbioma da rizosfera para a proteção de plantas com intuito de reduzir os efeitos deletérios da agricultura intensiva. O objetivo do trabalho foi avaliar a dinâmica da comunidade bacteriana na rizosfera de genótipos de trigo, resistentes e suscetíveis a Bipolaris sorokiniana, fungo causador de podridão das raízes em trigo, ao longo de ciclos sucessivos de cultivo para identificar grupos bacterianos associados à supressão da doença. Esta hipótese foi testada avaliando a dinâmica da comunidade de rizobactérias durante a invasão do fungo B. sorokiniana na rizosfera de genótipos de trigo em monocultivo. Inicialmente foram avaliados 14 genótipos de trigo quanto à resistência ao patógeno. Os dois genótipos que apresentaram maior resistência (Frontana e IAC 5 Maringá) ou maior suscetibilidade (Karakilcik e Guamirim) a B. sorokiniana foram selecionados para avaliar a dinâmica das comunidades bacterianas da rizosfera em condições de plantio sucessivo sob a influência deste patógeno. Para isso, foram realizados cinco ciclos de cultivo dos quatro genótipos de trigo selecionadas em microcosmos. Em todos os ensaios a severidade da doença foi avaliada quatro semanas após a inoculação do patógeno, com auxílio de uma escala diagramática variando de 0 a 3. A comunidade rizobacteriana foi avaliada por meio de sequenciamento do fragmento do gene 16S RNAr e a dinâmica do patógeno foi avaliada utilizando qPCR. Os dados foram explorados por meio de análises multivariadas e de network. De maneira geral, os resultados indicaram aumento da progressão da doença nos genótipos resistentes Frontana e Karakilcik e redução nos níveis das doenças nos genótipos susceptíveis IAC 5 e Guamirim ao longo dos ciclos de cultivo. Separação das comunidades bacterianas durante os ciclos de cultivo para todos os genótipos, bem como entre os genótipos resistentes e suscetíveis foi observada. Ocorreu enriquecimento diferencial das unidades taxonômicas operacionais (OTUs) na rizosfera dos genótipos de trigo mais contrastantes em relação à doença com maior número de táxons exclusivos observados nas plantas suscetíveis (Guamirim), no último ciclo de cultivo. Para estes genótipos, também foram observadas alterações no padrão de co-ocorrência entre os microrganismos. Como prova de conceito, após os cinco ciclos de cultivo, os genótipos mais contrastantes em relação ao progresso da doença (Frontana e Guamirim) foram selecionados para avaliação do efeito protetor da comunidade microbiana. O genótipo com maior índice de severidade da doença (Frontana) foi cultivado no solo previamente enriquecido com a sua própria rizosfera, no solo previamente cultivado como genótipo Guamirim e no bulk soil. Foi observada a redução da severidade da doença (53%) nas plantas do genótipo Frontana (resistente) cultivadas em solo enriquecido com a rizosfera do genótipo Guamirim (suscetível), indicando uma possível indução de supressividade neste solo promovida pelo genótipo susceptível. A análise de network revelou uma mudança na estrutura da comunidade por meio dos ciclos, enriquecendo as famílias bacterianas associadas à proteção das plantas e diferentes funções metabólicas, isto é, Chitinophagacea e Rhodospirillaceae, durante a indução da supressão da doença no solo. Os dados metabolômicos mostraram que, quando a rizosfera é invadida pelo patógeno, em solos cultivados em todos os ciclos, o número e a diversidade de compostos são maiores que na ausência do patógeno. Os resultados em conjunto sugerem que o processo de defesa à doença está correlacionado com o recrutamento de grupos bacterianos específicos na rizosfera desses genótipos. Compreender a reorganização da comunidade bacteriana contra os fitopatógenos pode auxiliar em estratégias de manipulação do microbioma e na seleção de microrganismos chave para melhorar o desempenho das plantas |
| Observaçao: | Disponível em: https://repositorio.unesp.br/handle/11449/193147 (ID_PAT: 25504) |
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| Plano de Ação: | 20.19.02.003.00.02 |
| Descrição: | BETTIOL, W.; MASCARIN, G. M. Otimização dos parâmetros para fermentação líquida submersa de Clonostachys rosea. Aluno: Nelson Henrique Maganhoto. Dissertação (Mestrado em Agronomia/Fitopatologia, Fitopatologia) - Universidade Federal de Lavras, Lavras, MG. Orientador: Wagner Bettiol. Coorientador: Gabriel Moura Mascarin. 2020. 78 p. |
| Parceria/partes: | UFLA - Universidade Federal de Lavras, |
| Conteúdo: | Resumo: A capacidade do Clonostachys rosea agir como agente de controle biológico de doenças e de pragas, bem como promover o crescimento de plantas, é amplamente conhecido. Entretanto, um dos maiores desafios para o desenvolvimento de produtos à base deste antagonista é a sua produção em massa. Atualmente, a sua produção é realizada por meio de fermentação em estado sólido, consumindo muito espaço, tempo e intensa mão de obra, sendo que a utilização da fermentação em estado líquido poderá colaborar para vencer esse desafio. Realizar a otimização de diferentes combinações entre variáveis que interferem no processo fermentativo em meio submerso visando aumentar a concentração de conídios produzidos no meio de cultivo foram os objetivos do presente estudo. Também foram avaliados o número das unidades formadoras de colônia (UFC), de microescleródios e da biomassa fúngica seca. Ao final das fermentações foram realizados bioensaios para comprovar a eficácia dos propágulos de C. rosea produzidas via fermentação líquida no controle de alguns patógenos e uma praga de importância na agricultura brasileira (Botrytis cinerea, Sclerotinia sclerotiorum e Bemisia tabaci). Inicialmente foi realizado um ensaio utilizando delineamento experimental de Plackett-Burman, estudando a interação entre seis variáveis do meio de cultivo: relação C:N, carbono total do meio, pH, inóculo inicial e as concentrações de Ca e Fe. Em seguida, a otimização das condições de cultivo foi realizada com o Delineamento Central Composto Rotacional (DCCR), com três fontes de nitrogênio (extrato de levedura, farelo de algodão e ureia) e variando o pH durante a fermentação. As duas primeiras etapas foram realizadas em Erlenmeyers de 250 mL com três defletores basais, nos quais foram adicionados 90 mL dos diferentes meios esterilizados e 10 mL de inóculo. A etapa final de fermentação foi realizada em biorreatores automatizados de bancada de 3 L (Eppendorf®, BioFlo 115, Alemanha). A maior concentração média obtida de conídios via fermentação líquida foi de 7,87 x 108 conídios mL-1 com 120 horas de fermentação em meio contendo: relação C:N 50:1, Ca 1 g L-1, Fe 100 mg L-1, pH 6, carbono total 24 g L-1 e inóculo inicial de 1x105 conídios mL-1. Na fermentação sólida utilizando grãos de arroz, o valor médio máximo obtido após 30 dias de fermentação foi de 1,87 x 109 g-1. A fermentação de C. rosea realizada em biorreator de bancada resultou em uma menor produção de conídios quando comparada com as produções obtidas nas etapas anteriores (1,49 x 107 conídios mL-1 com 120 horas de fermentação). O agente de controle biológico controlou de maneira significativa todos os patógenos e a praga testados, não apresentando diferenças estatísticas entre as formas de produção dos propágulos de C. rosea testados. |
| Observaçao: | Acessível em http://repositorio.ufla.br/jspui/handle/1/41094 (ID_PAT: 24590) |
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| Plano de Ação: | 21.17.02.001.04.07 |
| Descrição: | HISANO, H. Hidrolisado proteico de fígado de aves como aditivo em dietas para tilápia do Nilo.
21.17.02.001.04 Aluna: Juliana Rodrigues Gomes. Dissertação (Mestrado em Biologia Animal) - Universidade Federal de Viçosa, Viçosa, MG. Coorientador: Hamilton Hisano. 2020. 70 f. |
| Parceria/partes: | UFV - Universidade Federal de Viçosa, |
| Conteúdo: | Resumo: Em função dos elevados custos com alimentação e da alta exigência por proteína dos peixes, é necessário buscar alternativas para redução dos custos de produção de peixes, sem prejudicar o desempenho produtivo e a capacidade de enfrentar os desafios impostos pelos sistemas intensivos de criação, como elevadas densidades de estocagem, alta frequência de manejos e alterações na qualidade da água. Durante os manejos de biometrias e classificações, os peixes são capturados, contidos em redes em altas densidades e expostos ao ar, o que pode causar estresse e consequentemente provocar redução no consumo de ração e no crescimento, diminuição da atividade do sistema imune e na sobrevivência. Peixes onívoros podem ser alimentados com dietas a base de ingredientes vegetais sem comprometer o crescimento, entretanto, em condições de desafio, são necessárias estratégias para compensar as exigências nutricionais aumentadas. A utilização de aditivos em rações pode melhorar a palatabilidade e o consumo de ração, a eficiência de utilização dos nutrientes, a capacidade de enfrentar fatores estressores e proteger contra danos oxidativos. Os hidrolisados proteicos são comumente utilizados como ingredientes proteicos em substituição à farinha de peixe, porém, têm sido avaliados como aditivos em dietas para organismos aquáticos, devido a boa palatabilidade, quantidade de nutrientes essenciais, por promover o equilíbrio da microbiota intestinal, modular a atividade do sistema imune e atuar como antioxidante. Diante disso, objetivou-se avaliar o potencial do hidrolisado proteico do fígado de aves, como aditivo sensorial, nutricional e zootécnico, em dietas para alevinos de tilápia do Nilo. Foi utilizado delineamento em blocos casualizados com cinco tratamentos e seis repetições. Foram avaliadas quatro dietas formuladas a base de ingredientes de origem vegetal, suplementadas com níveis crescentes de hidrolisado proteico (0; 1, 2 e 4%) e uma dieta premium, formulada a base de ingredientes de origem animal. Os blocos foram constituídos por duas classes de peso inicial (1,38 ± 0,13g e 1,70 ± 0,10g). Ao final de 45 dias de alimentação, foi avaliado o desempenho produtivo, índices corporais e variáveis metabólicas sanguíneas. cinco peixes de cada tratamento foram submetidos a um desafio por exposição ao ar e avaliados a glicose e lactato sanguíneos e o status oxidativo nas brânquias. A avaliação do efeito da suplementação de hidrolisadoproteico sobre as variáveis analisadas foi realizada por meio da análise de variância e em caso significativo, foi realizado análise de regressão polinomial. O melhor nível de hidrolisado proteico obtido, foi comparado com uma dieta referência através do teste t de Student. Em todas as análises foi considerado nível de significância de 5%. Não houve efeito significativo do HP para as variáveis de desempenho produtivo, índices corporais e variáveis metabólicas. A exposição ao ar desencadeou respostas de estresse nos peixes, com aumento da glicose sanguínea, entretanto, não houve efeito do HP nas respostas de estresse. Para as variáveis de estresse oxidativo nas brânquias, houve efeito linear decrescente do hidrolisado proteico para proteína carbonilada e efeito quadrático para a atividade das enzimas catalase e superóxido dismutase. Com base nestes resultados, o nível de 4% de HP foi considerado o melhor, e utilizado para comparação com a ração premium. Apesar da suplementação da dieta com 4% de HP ter proporcionado maior taxa de sobrevivência nos peixes, também resultou em menor consumo de ração, crescimento, eficiência de utilização dos nutrientes, rendimento de carcaça e índice hepatossomático quando comparada com a ração premium. Para as variáveis metabólicas, respostas de estresse e variáveis do status oxidativo nas brânquias não houve diferenças significativas. Apesar do HP não ter apresentado efeito palatabilizante e promotor de crescimento para juvenis de tilápia do Nilo, em condições de desafio, o nível de inclusão de 4% protegeu contra danos oxidativos. |
| Observaçao: | (ID_PAT: 25470) |
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| Plano de Ação: | 40.18.00.016.00.02 |
| Descrição: | HAMADA, E. Impacto del cambio climático en las principales enfermedades de los cultivos de soja, maíz y maní en Argentina Aluno: Eduardo Matías Bisonard. Dissertação (Mestrado em Ciencias Agropecuarias, Producción Vegetal) - Universidad Nacional de Rio Quarto, Río Cuarto, Córdoba, Argentina. Coorientadora: Emilia Hamada. 2019. 100 f. |
| Parceria/partes: | INTA – Instituto Nacional de Tecnología Agropecuaria, |
| Conteúdo: | Resumen: El cambio climático es el resultado sumamente probable del aumento de las emisiones antropógenas de gases de efecto invernadero (GEI), así como de otros factores antropogénicos, el cual se viene manifestando de diferentes formas, ya sea por medio de los cambios observados, como el aumento de la temperatura percibido a partir de la segunda mitad del siglo XX, la mayor intensidad y frecuencia de eventos climáticos extremos, en forma de tormentas de nieve, inundaciones, olas de calor, sequías, etc. El Informe Especial del IPCC (Panel Intergubernamental para el Cambio Climático) sobre escenarios de emisiones proyecta un aumento de las emisiones mundiales de GEI de entre 25% y 90% (CO2 equivalente) entre 2000 y 2030. Se sabe que el crecimiento y la susceptibilidad de las plantas hospedantes, la reproducción, dispersión y supervivencia de los patógenos, como así también la interacción huésped-patógeno son influenciadas por el medio ambiente. Una herramienta importante en los estudios del efecto del cambio climático son los modelos climáticos globales, los cuales permiten diseñar posibles escenarios de cambio climático para el futuro. Estos modelos tienen como insumos el comportamiento de los componentes climáticos (la atmósfera, los océanos, la criósfera, la vegetación, los suelos, etc.) y sus interacciones. Como principal objetivo se buscó evaluar el impacto del cambio climático en las principales enfermedades de los cultivos de maíz (tizón y Roya común), soja (mancha ojo de rana y roya asiática) y maní (viruela) en Argentina, según escenarios climáticos previstos, y la distribución espacial y temporal de los impactos del cambio climático en las principales enfermedades de dichos cultivos. Para ello se trabajó con datos de promedios mensuales de temperatura mínima, media y máxima, precipitaciones, humedad relativa y duración del período de mojado foliar para el clima presente del CRU (Climate Research Unit). Se consideró el período 1961-1990, que corresponde a la última normal climatológica oficial de la Organización Meteorológica Mundial y tres períodos de tiempo, denominados: 2020 (período comprendido entre 2011 y 2040), 2050 (entre 2041 y 2070) y 2080 (entre 2071 y 2100) para los escenarios A2 y B1. Sobre la base de las proyecciones de los escenarios climáticos futuros, se puede visualizar un cambio en la distribución espacial de los problemas fitosanitarios asociados a los cultivos de maíz, soja y maní en Argentina, observándose que existe un impacto del cambio climático en la extensión de las condiciones de favorabilidad para el desarrollo de los problemas fitosanitarios, disminuyendo dichas condiciones para las enfermedades de maíz (roya y tizón) y maní (viruela) y aumentando para las enfermedades de soja (mancha ojo de rana y roya asiática). El cambio climático tiene muchos impactos y es en la agricultura y en el desarrollo de enfermedades en cultivos, donde más se manifiesta uno de los mismos. El análisis del impacto potencial del cambio climático sobre las enfermedades en plantas es fundamental para la adopción de medidas de adaptación, como así también para el desarrollo de variedades resistentes y nuevos métodos de control, con el fin de evitar pérdidas más severas, crear redes interdisciplinarias para el abordaje de dichas temáticas y la inversión en programas internacionales que ayuden al control de la emisión de gases de efecto invernadero en las distintas actividades humanas. |
| Observaçao: | (ID_PAT: 24808) |