PAT 2023 - Organização/ Edição de Livros
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Plano de Ação: .....  
Descrição: BETTIOL, W.;  SILVA, C. A.;  CERRI, C. E. P.;  MARTIN NETO, L.;  ANDRADE, C. A. de   (ed.). Entendendo a matéria orgânica do solo em ambientes tropical e subtropical.  Brasília, DF: Embrapa, 2023. 788 p. il. color.      
Parceria/partes: Embrapa Instrumentação (CNPDIA),  UFLA - Universidade Federal de Lavras,  USP - Universidade de São Paulo,   
Conteúdo: Resumo: Este livro busca sistematizar as informações existentes a matéria orgânica do solo em ambientes tropical e subtropical no Brasil, lançar luz sobre os estudos que vêm sendo realizados há mais de cinco décadas e que poderão colaborar com a agricultura brasileira, bem como com a agricultura de países tropicais e subtropicais. Os capítulos são finalizados com um item “Considerações finais” onde os autores ampliam as discussões com os leitores sobre a importância da matéria orgânica do solo, demonstrando tecnicamente a importância do aumento do sequestro de carbono no solo. Estabelecer os conceitos que respaldam o estudo da matéria orgânica do solo, demonstrar como eles estão sendo aplicados na prática e dar exemplos de como novas tecnologias podem ser geradas a partir da base conceitual que há disponível no Brasil e em outros países são os princípios que fundamentaram a obra. 
Observaçao: ISBN: 978-65-89957-66-9. Acessível em: https://ainfo.cnptia.embrapa.br/digital/bitstream/doc/1153147/1/Bettiol-Entendendo-materia-organica-2023.pdf (ID Ainfo CNPMA 17401)
Nota (incluída na catalogação original em 28/08/2024): Publicação digital (2023): PDF. 1ª impressão (2024). (ID_PAT: 32356)
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Plano de Ação: 40.18.03.007.00.04  
Descrição: TOSTO, S. G.;  PEREIRA, L. C.;  GOMES, M. A. F.;  RODRIGUES, J. A.   (ed.). Serviços ecossistêmicos e serviços ambientais de solo, água e carbono - Amazônia.  Brasília, DF: Embrapa, 2023. 267 p. il. color.      
Parceria/partes: Embrapa Territorial (CNPM),  Prefeitura Municipal de Alta Floresta/MT,   
Conteúdo: Os compartimentos solo, água e carbono são de vital importância para a sustentabilidade dos agroecossistemas, motivo pelo qual é relevante a adoção de processos e técnicas de avaliação como meio de compreensão e de contribuição para o equilíbrio deles no ambiente. Tais processos são fundamentais, principalmente para os pequenos agricultores e proprietários rurais em condições de vulnerabilidade, uma vez que suas propriedades estão frequentemente expostas a degradação e a impactos negativos. Nesse contexto, este livro procura mostrar ao leitor que as técnicas conhecidas como serviços ambientais e serviços ecossistêmicos podem contribuir, sobremaneira, para a redução dos impactos negativos no meio rural e, assim, tornar as propriedades sustentáveis. Dessa forma, esta obra traz uma abordagem objetiva sobre o assunto, com ênfase em alguns aspectos relacionados ao uso e manejo adequado dos recursos solo, carbono e água, com valoração ambiental, por meio do software InVEST e estudo de caso. Esses procedimentos são usados com o intuito de buscar a sustentabilidade do meio rural, particularmente para as áreas de assentamentos e de comunidades mais carentes. Para a realização deste trabalho, os editores, bem como a Embrapa, por meio de pesquisadores de diversas Unidades, contaram com a colaboração de vários profissionais de diferentes áreas de formação e de outras instituições, evidenciando o caráter multidisciplinar do assunto abordado. Diante do exposto, a expectativa é a de que este livro alcance as necessidades do leitor, em especial daqueles que têm interesse por serviços ambientais e ecossistêmicos da Amazônia e suas aplicações em pequenas propriedades rurais. 
Observaçao: ISBN: 978-65-5467-007-4. Acessível em: http://www.infoteca.cnptia.embrapa.br/infoteca/handle/doc/1157686 (ID_PAT: 32993)
3
Plano de Ação: 40.21.00.075.00.02  
Descrição: MENEZES, C.;  ALVES, D. A.;  LUCENA, D. A. de A.;  ALMEIDA, E. A. B. de   Abelhas sem ferrão relevantes para a meliponicultura no Brasil.  São Paulo, SP: Abelha, 2023.     
Parceria/partes: USP - Universidade de São Paulo,  A.B.E.L.H.A. - Associação Brasileira de Estudos das Abelhas,   
Conteúdo: Com mais de 20 mil espécies de abelhas descritas no mundo, cerca de 10% está no Brasil, um dos países com a maior diversidade desses insetos. Essa alta diversidade se reflete na ampla variedade de hábitos de vida, tamanhos, cores e comportamentos. Ao contrário do que imaginamos, grande parte das espécies não produz mel e sequer vive em sociedade, tendo uma vida solitária e sem contato entre as gerações. A maioria das pessoas não conhece essas abelhas e não imagina que muitas delas estão ao seu redor, inclusive nos centros urbanos. Embora não seja uma espécie nativa brasileira, a mais conhecida é a abelha africanizada (Apis melifera) e não é à toa. Ela está em todo território nacional e é a mais criada para a produção de mel, graças às introduções realizadas em diversos momentos e regiões a partir do século XIX, à sua alta capacidade de adaptação aos diversos ambientes e ao aprimoramento constante das técnicas de manejo para sua criação. Ainda que boa parte da atenção se concentre na africanizada, o Brasil se destaca no número de espécies nativas de abelhas sociais: são cerca de 250 espécies de abelhas sem ferrão. E não é de hoje que os produtos dos ninhos desse grupo tão especial e diverso de abelhas têm sido utilizados para finalidades diversas. Há séculos, povos indígenas e tradicionais exploram a produção de mel e seu potencial de manejo. Contudo, na última década, a criação dessas abelhas, conhecida como meliponicultura, se popularizou vertiginosamente e, atualmente, é praticada por milhares de pessoas. Considerada uma importante atividade de desenvolvimento sustentável, por gerar renda e reduzir a necessidade de explorar outros recursos naturais, além de contribuir na conservação da biodiversidade e para a educação ambiental, a meliponicultura proporciona impactos positivos na sociedade e no meio ambiente. Embora esse aumento na demanda tenha acarretado uma série de benefícios ambientais, também há preocupações acerca da sustentabilidade da atividade. Algumas delas são o transporte por longas distâncias, a criação de espécies fora de suas áreas de ocorrência natural e a coleta de ninhos diretamente na natureza, colocando em risco as populações locais. Por isso, regulamentações e procedimentos têm sido revistos e adotados em todo o país para lidar com essa situação. Dentre as iniciativas destacam-se: (1) a revisão da regulamentação que trata do assunto pelo Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) em 2020, e; (2) o esforço do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para elaboração do Catálogo Nacional de Abelhas-Nativas-Sem-Ferrão em 2021, com a região geográfica de ocorrência natural das espécies. Nesse contexto, a Associação Brasileira de Estudos das Abelhas (A.B.E.L.H.A.), em parceria com o ICMBio e pesquisadores da Embrapa Meio Ambiente e Universidade de São Paulo (USP), desenvolveram as fichas catalográficas de 60 espécies de abelhas sem ferrão e as reuniram, nessa obra. O objetivo é auxiliar agentes ambientais, meliponicultores e outros interessados com informações básicas e promover o manejo sustentável das abelhas sem ferrão no Brasil.  
Observaçao: ISBN: 978-65-980272-1-6 (eletrônico). (ID_PAT: 33558)
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